sicnot

Perfil

País

Tartarugas vão ser devolvidas ao habitat natural após meses de recuperação no Algarve

Duas tartarugas marinhas vão ser devolvidas ao seu habitat natural na quinta-feira, no mar do Algarve, depois de vários meses em recuperação no Porto de Abrigo do Zoomarine, em Albufeira, disse à Lusa o biólogo Élio Vicente.

(arquivo)

(arquivo)

PIYAL ADHIKARY

As duas tartarugas-comum (Caretta caretta), batizadas com os nomes "Mar" e "Magnólia", vão ser libertadas na quinta-feira durante a manhã, a cerca de 12 milhas naúticas da costa algarvia, ao largo de Portimão, com o apoio da Marinha Portuguesa.

"Os dois animais, aos quais foram colocados anilhas e 'microchips' para identificação em casos de futuros avistamentos, estão em condições de serem devolvidos ao seu habitat natural, depois da recuperação ao longo de vários meses no Porto de Abrigo", indicou Élio Vicente, responsável pelo centro de recuperação.

Segundo o biólogo, um dos animais foi encontrado por pescadores em 2015, preso em redes de pesca, e entregue aos cuidados do centro, onde permaneceu "até à recuperação total dos problemas pulmonares e ferimentos provocados pelos artefactos de pesca".

A "Magnólia", o outro animal, foi encontrada numa praia da costa holandesa, sendo posteriormente enviada do Zoo de Roterdão para o Zoomarine para terminar a sua reabilitação e ser devolvida ao mar em águas quentes.

Para Élio Vicente, o caso da "Magnólia" foi "surpreendente, dada a invulgaridade de esta espécie de tartarugas marinhas arrojar em águas tão frias, a norte".

"É um caso raro, já que o habitual é estas tartarugas frequentarem mares tropicais e subtropicais e também águas temperadas", destacou o biólogo do Zoomarine.

De acordo com o especialista, a tartaruga "Magnólia", "um juvenil, com cerca de três anos, ganhou cerca de 10 quilos de peso e está agora em condições de regressar ao seu habitat natural no oceano Atlântico".

Segundo o "Livro Vermelho dos Vertebrados de Portugal", esta é uma espécie em perigo, tendo-se registado uma diminuição da população de pelo menos 50% nas últimas três gerações.

A sua captura acidental por redes de pesca o principal fator de ameaça.

A devolução ao mar dos animais vai ser realizada a bordo de um navio da Marinha Portuguesa, que transportará os animais e técnicos marinhos até cerca das 12 milhas náuticas a sul de Portimão.

Lusa

  • O encontro emocionado de Marcelo com a mãe de uma das vítimas dos fogos
    0:30
  • Proteção Civil garante que já não há desaparecidos
    1:40
  • "Depois de sair da autoestrada o vidro do carro ainda estava a ferver"
    2:01
  • "O fogo chegou de repente. Foi um demónio"
    2:15
  • O desabafo de um empresário que perdeu "uma vida inteira de trabalho" no fogo
    2:08
  • O testemunho emocionado de quem perdeu quase tudo
    2:10
  • As comunicações entre operacionais no combate às chamas em Viseu
    2:27
  • Houve "erros defensivos que normalmente a equipa não comete"
    0:38

    Desporto

    No final do jogo, quando questionado sobre a ausência de Casillas no onze do FC Porto, Sérgio Conceição referiu que a equipa apresentada era aquela que lhe oferecia garantias. Quanto ao jogo, o treinador portista reconheceu que a equipa cometeu vários erros defensivos.

  • "Cometemos erros e há que tentar corrigi-los"
    0:41

    Desporto

    No final do jogo em Leipzig, Iván Marcano desvalorizou a ausência de Iker Casillas e entendeu que o facto de o guarda-redes ter ficado no banco não teve impacto na equipa. Já sobre o jogo, o central espanhol garantiu que não correu da forma como os jogadores esperavam.

  • Norte-americana foi à discoteca e tornou-se princesa

    Mundo

    A história de Ariana Austin é quase como um conto de fadas moderno. A jovem vai até ao baile, onde conhece o seu príncipe. Só que a norte-americana foi a uma discoteca e, na altura, não sabia que Joel Makonnen era na verdade um príncipe da Etiópia e que casaria com ele 12 anos depois, tornando-se também ela numa princesa.