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BE diz que há razão para preocupações depois dos acontecimentos em Nice e Turquia

A coordenadora do Bloco de Esquerda (BE), Catarina Martins, disse na sexta-feira que há razão para "preocupações" depois de o "horror" do atentado em Nice, na França, e da situação na Turquia.

© Murad Sezer / Reuters

"Hoje é um dia difícil. Não se sabe muito bem o que está a acontecer na Turquia a esta hora, mas sabemos que temos razões para estar preocupados e sofremos ainda com o horror de ontem [quinta-feira] em Nice e sofremos, ao longo deste mês de julho, com o terror e as vitimas que se vêm acumulando", afirmou a bloquista durante o comício do partido sob o tema "O Bloco e as alternativas para Portugal", realizado no Porto, na sexta-feira à noite.

Na opinião da líder do BE, só a liberdade, igualdade e fraternidade se podem opor ao terror e ao absurdo.

Catarina Martins sustentou que ainda se "sabe pouco" do que está a acontecer na Turquia, tal como as razões do atentado em Nice, mas o "choque" já é muito.

"Sabemos que a vida em que acreditamos e aquela que defendemos é esta de poder estar na rua livremente e sem medo, por isso, sofremos quando vemos no mês de julho as famílias que foram mortas à bomba em Bagdad quando iam comer um gelado ou aquelas que foram mortas no Bangladesh num restaurante quando jantavam", acrescentou.

Os militares turcos anunciaram sexta-feira à noite que tomaram o poder no país e declararam a lei marcial e o recolher obrigatório.

As forças de segurança turcas encerraram as duas pontes sobre o estreito do Bósforo, em Istambul, tendo o primeiro-ministro admitido que esteja em curso um golpe militar.

Os soldados controlaram os aeroportos internacionais de Ancara e Istambul, que estão encerrados e os voos foram todos cancelados.

Já na quinta-feira à noite, um camião atingiu uma multidão na Promenade des Anglais, em Nice, sul de França, quando decorria um fogo-de-artifício para celebrar o dia de França.

O último balanço das autoridades francesas aponta para 84 mortos e 202 feridos.

Entre as vítimas mortais contam-se "dez crianças e adolescentes", afirmou François Mollins, procurador de Paris responsável pela secção antiterrorista do ministério público francês.

Lusa

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