sicnot

Perfil

País

Milhares de veículos controlados em megaoperação da GNR na A1

(SIC/ Arquivo)

A GNR fechou esta madrugada durante mais de três horas a Autoestrada do Norte (A1) nos dois sentidos, em Estarreja, desviando o trânsito para o interior da área de serviço de Antuã, para fiscalizar todas as viaturas.

A operação, que foi acompanhada pela agência Lusa, decorreu entre as 22:30 de sexta-feira e as 02:00 deste sábado e mobilizou cerca de 80 militares dos destacamentos de trânsito, de ação fiscal e de intervenção, com binómios de ordem pública e de deteção de droga, explicou o capitão Ivo Cristal, daquela força policial.

"O objetivo desta operação é a deteção de indivíduos suspeitos e a apreensão de estupefacientes e de armas", sintetizou o mesmo responsável.

Pouco tempo depois do início desta ação, a operação já estava a ser divulgada nas redes sociais, mas o capitão Ivo Cristal diz que este tipo de informação "não compromete a eficácia da intervenção".

"Nós trabalhamos na prevenção da criminalidade. O nosso objetivo nas operações que fazemos é trabalhar para a segurança da população", disse.

O balanço oficial da operação só será divulgado na manhã de hoje, mas fonte da GNR adiantou à Lusa que foram detetadas várias infrações, com algumas pessoas detidas, essencialmente por condução sob efeito de álcool, excesso de velocidade e tráfico de droga.

Liliana Luís que estava de regresso a casa, em Leiria, depois de um jantar de família em Vila do Conde, foi uma das automobilistas que foi mandada parar.

"Acho muito bem e sentimo-nos seguros acima de tudo. Fiquei bastante satisfeita, porque ficamos sempre mais tranquilos", disse esta automobilista.

Quase a terminar a operação, foi intercetado um cidadão espanhol que estava de viagem para Vigo.

Carlos Perez acusou uma taxa de alcoolemia de 0,64 gramas de álcool por litro de sangue e teve de pagar uma multa de 250 euros.

"Se bebi, tenho que pagar. Quem comete um delito tem que pagá-lo", disse resignado.

Com Lusa

  • Bataglia deixou passar 12 milhões pela sua conta a pedido de Salgado
    2:05

    Operação Marquês

    O presidente da Escom e arguido na Operação Marquês Helder Bataglia terá admitido que Ricardo Salgado utilizou uma conta bancária do empresário, na Suíça, para passar 12 milhões de euros a Carlos Santos Silva, amigo de José Sócrates. O amigo de Sócrates e Bataglia terão combinado várias formas de não levantar suspeitas. A notícia é avançada pelo jornal Expresso na edição deste sábado.

  • Cágado tratado com implante impresso em 3D
    2:26
  • Patrões não aceitam alterações ao acordo de concertação social
    2:25

    Economia

    As confederações patronais foram esta sexta-feira ao Palácio de Belém dizer ao Presidente da República que não aceitam que o Parlamento faça alterações ao acordo de concertação social. Os patrões dizem ainda ter esperança que o Parlamento não chumbe o decreto-lei que reduz a TSU das empresas com salários mínimos.