sicnot

Perfil

País

Prisão preventiva para cinco suspeitos de tráfico de droga detidos no Algarve

Prisão preventiva foi a medida de coação aplicada a cinco homens detidos na quinta-feira, no Algarve, numa operação de combate ao tráfico de estupefacientes que causou ferimentos a três pessoas, incluindo um polícia, revelou hoje a PSP.

O elemento policial ficou ferido quando o veículo em que seguia o suspeito e um acompanhante, que também ficaram feridos, tentou abalroar e atropelar as forças de segurança que procuravam parar o automóvel junto ao nó de Olhão da Via do Infante (A22).

Num comunicado do Comando de Faro da PSP, a força de segurança anunciou que seis suspeitos foram presentes a tribunal no sábado e "foi aplicada, pela Autoridade Judiciária, a medida de coação mais gravosa, de prisão preventiva, a cinco dos detidos".

"Um outro arguido detido ficou com apresentações semanais a realizar na esquadra de Olhão", acrescentou a mesma fonte, frisando que "o principal suspeito desta investigação, por tráfico de estupefacientes, mantém-se hospitalizado e sob vigilância policial, em recuperação, não suscitando especiais cuidados".

Já o agente da PSP que ficou ferido "teve alta médica no dia de sábado, após intervenção cirúrgica", esclareceu o Comando de Faro, depois de, na quinta-feira, fonte do hospital de Faro ter dito à agência Lusa que tinham dado entrada cerca das 02:00 três homens "com ferimentos de arma de fogo" e dois deles se mantinham internados, em observação.

O terceiro já tinha tido alta clínica, referiu na ocasião a fonte hospitalar, sem especificar se se tratava do polícia ou de algum dos suspeitos.

Hoje, a PSP revelou que o agente ferido teve alta no sábado, pelo que a alta clínica foi dada na quinta-feira a um dos suspeitos detidos.

Segundo as informações recolhidas na quinta-feira, as autoridades planeavam intercetar no nó de Olhão da antiga autoestrada Sem custos para o Utilizador (Scut) do Algarve (Via do Infante/A22) um grupo suspeito de tráfico de droga que vinha de Espanha.

Lusa

  • Um retrato devastador do "pior dia do ano"
    2:47
  • Um olhar sobre a tragédia através das redes sociais
    3:22
  • "Estão a gozar com os portugueses, esta abordagem tem de mudar"
    6:45

    Opinião

    José Gomes Ferreira acusa as autoridades e o poder político de continuarem a abordar o problema da origem dos fogos de uma forma que considera errada. Em entrevista, no Primeiro Jornal, o diretor adjunto da SIC, considera que a causa dos fogos "é alguém querer que a floresta arda". José Gomes Ferreira sublinha que não se aprendeu com os erros e que "estão a gozar com os portugueses".

    José Gomes Ferreira

  • "Os portugueses dispensam um chefe de Governo que lhes diz que isto vai acontecer outra vez"
    6:32

    Opinião

    Perante o cenário provocado pelos incêndios, os portugueses querem um chefe de Governo que lhes diga como é que uma tragédia não volta a repetir-se e não, como disse António Costa, que não tem uma fórmula mágica para resolver o problemas dos fogos florestais. A afirmação é de Bernardo Ferrão, da SIC, que questiona ainda a autoridade da ministra da Administração Interna para ir a um centro de operações, uma vez que é contestada por toda a gente.

  • Portugal precisa de "resultados em contra-relógio, após décadas de desordenamento florestal"
    1:18
  • Jornalista que denunciou corrupção do Governo de Malta morre em explosão

    Mundo

    A jornalista Daphne Caruana Galizia, que acusou o Governo de Malta de corrupção, morreu esta segunda-feira, numa explosão de carro. O ataque acontece duas semanas depois de a jornalista maltesa recorrer à polícia, para dizer que estava a receber ameaças de morte. A morte acontece quatro meses após a vitória do Partido Trabalhista de Joseph Muscat, nas eleições antecipadas pelo primeiro-ministro, após as alegações da jornalista, que o ligavam a si e à sua mulher ao escândalo dos Panama Papers. O casal negou as acusações de que teriam usado uma offshore para esconder pagamentos do Governo do Azerbaijão.