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Sociedade protetora já resgatou maioria dos animais que teve que soltar no Funchal

O Funchal foi o concelho mais afetado pelos incêndios, que já provocaram três vítimas mortais na zona da Pena, cerca de mil desalojados, dezenas de casas destruídas e avultados prejuízos materiais.

© Duarte Sa / Reuters

A Sociedade Protetora dos Animais Domésticos (SPAD) Funchal, Madeira, anunciou hoje que, dos 120 animais que terça-feira teve que soltar devido ao incêndio que afetou as instalações, faltam resgatar apenas 18 cães, estando equipas no terreno nas buscas.

Na página do Facebook, a SPAD Funchal anunciou na noite de terça-feira que "após esgotar todas as possibilidades e uma vez que as chamas já estavam a fustigar as instalações a decisão de soltar os animais foi tida em conta pela prioridade em salvar as vidas dos animais".

Cerca das 13:00, aquela sociedade fez um ponto de situação na mesma página, na qual explica que "assim que se conseguiu controlar a situação na SPAD e escarpa circundante das instalações deram-se logo início a buscas para resgatar os animais que estavam a vaguear" e que dos 120 que foram soltos (32 gatos, e 88 cães) já só falta resgatar 18 cães.

No terreno estão desde o início da tarde equipas com médicos veterinários e funcionários da SPAD nas buscas dos animais que ainda faltam.

A SPAD agradece a todas as pessoas que resgataram alguns dos animais e a toda a equipa que se encontra nas instalações em limpezas para que seja possível pôr a sociedade operacional o quanto antes.

O Funchal foi o concelho mais afetado pelos incêndios, que já provocaram três vítimas mortais na zona da Pena (Santa Luzia), cerca de mil desalojados, dezenas de casas destruídas e avultados prejuízos materiais.

Os hospitais dos Marmeleiros e João de Almada, os lares de idosos de Santa Isabel e Vale Formoso, as clínicas de Santa Luzia e Santa Catarina, além de centenas de moradias tiveram de ser evacuadas.

A zona histórica de São Pedro, na baixa da cidade, foi uma das áreas onde chegou o fogo, tendo sido necessário retirar hóspedes de uma das unidades hoteleiras.

Lusa

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