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Greve de enfermeiros na Guarda

(arquivo)

© Eric Gaillard / Reuters

Na Guarda os enfermeiros cumprem 3 dias de greve e esta manhã concentraram-se junto à sede da unidade local de saúde em defesa das 35 horas semanais. O protesto serviu também para chamar a atenção para a falta de enfermeiros na instituição mas a adesão ficou aquém das expectativas.

O sindicato justifica a fraca participação com o facto de muitos dos enfermeiros estarem de férias e outros a prestar os serviços mínimos exigidos por lei.

Na acção de protesto são exigidas as 35 horas semanais para todos os enfermeiros independentemente do vinculo contratual.

Diz o sindicato que na unidade local de saúde da Guarda os profissionais chegam a ter uma carga horária acrescida de 50 a mais 100 horas semanais sem qualquer compensação financeira extra, muito por causa da grave carência de enfermeiros na instituição.

A situação põe a causa a qualidade dos cuidados de enfermagem denuncia o sindicato que aponta a cardiologia, pneumologia e especialidades cirúrgicas como alguns dos serviços mais afectados.

Para colmatar as falhas seria necessária a contratação de mais 138 enfermeiros na ULS da Guarda.

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