sicnot

Perfil

País

Fogo com duas frentes ativas persiste em Monchique e Portimão

O incêndio no Algarve com duas frentes ativas de grande extensão continua a progredir nos concelhos de Monchique e Portimão, disseram à Lusa várias fontes da proteção civil.

"A área ardida nas últimas 24 horas é maior do que a que ardeu no fogo que decorreu durante o fim de semana", afirmou o presidente da Câmara Municipal de Monchique, Rui André, apesar de ainda não ter números concretos da área afetada.

Segundo disseram à Lusa o presidente da Câmara Municipal de Monchique e do Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Faro, "inexplicavelmente, e por vezes, o fogo tem tomado direções contrárias ao vento" verificando-se ao início da noite que as chamas progrediram para a freguesia de Marmelete e das Caldas de Monchique apesar do vento de noroeste.

"Neste momento temos duas frentes ativas que agora com a noite e com a humidade vamos tentar resolver, mas a verdade é que o vento não está a ajudar", observou Rui André.

O fogo deflagrou no passado sábado, 03 de setembro, foi dado como extinto no domingo mas reacendeu-se esta quarta-feira tendo vindo a progredir para sul e entrou ao início da tarde de hoje no concelho de Portimão.

Por precaução, foram deslocadas 16 pessoas - idosas e com mobilidade reduzida -, encaminhadas depois para casa de familiares, centros de dia e para um pavilhão desportivo de apoio à Proteção Civil.

As povoações do Carriçal, Moinho da Rocha e Tabual e o hotel Pestana junto ao Autódromo Internacional do Algarve durante a tarde de hoje.

O combate tem sido dificultado pelas condições atmosféricas, nomeadamente o vento forte que tem fustigado a zona desde quarta-feira à noite.

Segundo o site da Proteção Civil, 478 operacionais auxiliados por 163 viaturas combatiam este incêndio pelas 22.30 desta quinta-feira.

Lusa

  • DIRETO: Portuguesa entre os 14 mortos dos atentados na Catalunha

    Ataque em Barcelona

    Uma das 13 vítimas mortais do atentado de ontem em Barcelona é portuguesa e há uma outra portuguesa desaparecida. Entretanto, uma pessoa morreu e cinco suspeitos foram abatidos num segundo ataque esta madrugada em Cambrils. As buscas centram-se num nome: Moussa Oukabir. Siga aqui as últimas informações, ao minuto.

    Em atualização

  • O momento em que os suspeitos foram abatidos em Cambrils
    2:35
  • Driss Oukabir: suspeito do atentado ou vítima de roubo de identidade?
    2:40

    Ataque em Barcelona

    Um dos dois suspeitos, do ataque nas Ramblas, detidos pela polícia foi inicialmente identificado como Driss Oukabir, um homem de 28 anos. Mais tarde, um homem com o mesmo nome apresentou-se numa esquadra em Girona, a mais de 100 quilómetros do local do atropelamento afirmando que lhe tinha sido roubada a identificação. De acordo com alguma imprensa espanhola, poderá ter sido o irmão, Moussa Oukabir, um jovem de 18 anos que vive em Barcelona, como explicou também Nuno Rogeiro, comentador da SIC.

  • "O abandono provoca incêndios desta dimensão"
    0:55

    País

    O antigo vereador da Câmara de Mação José Silva acredita que a desertificação do interior também é, em parte, responsável pelos incêndios. Segundo José Silva, Mação tem cada vez menos habitantes e é por essa razão que os terrenos são deixados ao abandono.

  • Mação perdeu 80% da área florestal
    3:39
  • Ágata candidata-se à Câmara de Castanheira de Pera
    3:42