sicnot

Perfil

País

Guardas florestais em protesto contra lei que extingue carreira profissional

Os guardas florestais do Serviço de Proteção da Natureza e do Ambiente (SEPNA/GNR) realizam hoje uma greve e um desfile de protesto para exigir do Governo a revogação da legislação que extingue a carreira profissional, entre outras reivindicações.

A atribuição de suplementos, a exemplo do que acontece com os demais agentes policiais, e o pagamento dos retroativos da aplicação do novo Estatuto são outros motivos que levam os guardas florestais a efetuar uma greve de 24 horas e a desfilar em protesto entre o Largo do Carmo e o Terreiro do Paço, com manifestação diante das instalações do MAI.

Esta ação de luta foi convocada pela Federação Nacional dos Sindicatos dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais, na sequência de uma reunião com o Secretário de Estado da Administração Interna, em que este, em nome do Governo, transmitiu que "as matérias em causa eram inegociáveis, mantendo-se tudo como estava".

"Face a esta posição do Governo que, para além de revelar uma inaceitável ausência de capacidade de diálogo e negociação com os representantes dos trabalhadores, confirma que em matéria de política florestal, vai uma grande distância entre o que os membros do Governo dizem e posteriormente fazem em matéria de proteção da floresta e prevenção contra os incêndios, já que extinguir a carreira de Guarda-Florestal só irá agravar a atual situação", refere a estrutura sindical.

Os guardas florestais consideram ainda "uma manifesta injustiça e uma desconsideração" que o Governo recuse a atribuição dos suplementos adequados, à semelhança daquilo que é pago aos agentes policiais de outras forças de segurança.

Lusa

  • Oceanário de Lisboa dá formação sobre impacto da acumulação de plásticos nos oceanos
    2:37
  • Trump e Netanyahu discutiram "ameaças que o Irão coloca"

    Mundo

    O novo Presidente norte-americano, Donald Trump, e o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, debateram "as ameaças que o Irão coloca" e concordaram que a paz israelo-palestiniana só pode ser "negociada diretamente", anunciou este domingo a Casa Branca.