sicnot

Perfil

País

Detidos suspeitos de fogo posto em Vila Real e Freixo de Espada à Cinta

A Polícia Judiciária (PJ) anunciou esta sexta-feira a detenção de dois suspeitos de atearem fogos em Vila Real e Freixo de Espada à Cinta, elevando para 66 os detidos pelo crime de incêndio florestal este ano.

As detenções foram efetuadas pela Unidade Local de Investigação Criminal de Vila Real, com a colaboração da GNR de Vila Real e de Torre de Moncorvo.

Um homem de 44 anos, sem ocupação laboral, é suspeito de ter ateado um incêndio em área florestal, constituída predominantemente por pinheiro bravo, em Vila Seca, concelho de Vila Real.

Este fogo ocorreu pelas 18:15 de domingo e, segundo a PJ, "colocou em perigo área florestal e habitações que apenas não foram consumidas devido à rápida intervenção dos meios de combate, designadamente dos bombeiros e populares".

Por sua vez, um pastor, com 43 anos, é suspeito de ter ateado um incêndio em "densa área florestal", constituída por pinheiro bravo e outra vegetação, em Fornos, Lagoaça, concelho de Freixo de Espada à Cinta, no distrito de Bragança.

Segundo a polícia, também este fogo, que deflagrou pelas 00:45 de quinta-feira, "colocou em perigo área florestal e habitações que apenas não foram consumidas devido à rápida intervenção dos populares".

Os dois detidos vão ser presentes a interrogatório judicial para aplicação de eventuais medidas de coação.

A Polícia Judiciária já identificou e deteve 66 pessoas, em 2016, pela autoria do crime de incêndio florestal.

Lusa

  • Mação volta a enfrentar dias de pânico
    3:33
  • Cenário mais estável no Sardoal
    0:55

    País

    O presidente da Câmara do Sardoal, Miguel Borges, disse esta manhã que a situação está mais calma. No entanto, o autarca pede que não se desmobilizem os meios porque a situação pode mudar de forma imprevisivel. Miguel Borges alertou ainda para o cansaço dos bombeiros e agentes da Proteção Civil.

  • Detida no Brasil portuguesa acusada de várias burlas nos últimos 20 anos
    3:04

    Mundo

    A Polícia do Rio de Janeiro deteve uma portuguesa acusada de várias burlas nos últimos 20 anos. Ana Resende fazia-se passar por funcionária do consulado e prometia vistos e outros documentos para tirar dinheiro das vítimas. Esta é a terceira vez que a polícia brasileira detém a portuguesa por acusações de burla.