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Marcelo quer "tudo apurado até às últimas consequências" na morte dos comandos

Marcelo quer "tudo apurado até às últimas consequências" na morte dos comandos

Morreu o segundo militar dos comandos internado há uma semana. O hospital Curry Cabral chegou a conseguir um fígado para o transplante, mas Dylan Silva não estava estabilizado para o poder receber e acabou por morrer este sábado de manhã. O Presidente da República já fez saber que quer "tudo apurado até às últimas consequências" na morte dos comandos.

  • Segunda morte nos Comandos devido a golpe de calor
    2:29

    País

    Morreu o militar dos comandos que estava internado no hospital Curry Cabral, em Lisboa devido a um golpe de calor. O estado de saúde de Dylan da Silva agravou-se e não pôde receber o transplante de fígado de que precisava para sobreviver. O ministro da Defesa já lamentou a morte do militar, Azeredo Lopes diz que é imperativo dar continuidade ao inquérito para apurar as causas das mortes no curso de Comandos.

  • Ministro da Defesa não comenta possível fim dos Comandos
    1:08

    País

    O ministro da Defesa diz que não quer alimentar especulações sobre as investigações em curso por causa das mortes no curso de Comandos. Azeredo Lopes não comentou a notícia do jornal Expresso que diz que o Governo admite extinguir os Comandos. O ministro diz que o Governo não está a equacionar nada e considerou a notícia macabra e de mau gosto.

  • Marcelo garante que vai ser apurado tudo o que se passou nos Comandos
    1:00

    País

    Marcelo Rebelo de Sousa disse que não está em causa a extinção dos Comandos mas realça a importância do inquérito por causa do prestígio das Forças Armadas para o país. Relativamente à morte de Dylan da Silva, o Presidente da República prometeu que vai ser apurado tudo o que se passou para tirar lições para o futuro.

  • Marcelo apoia decisão de abrir inquérito à morte de militar em treino
    2:16

    País

    O Presidente da República apoia a decisão de abrir um inquérito e de suspender os cursos dos comandos, enquanto não se apurar o que aconteceu com o militar que morreu durante um treino. Marcelo Rebelo de Sousa visitou esta tarde os dois militares que continuam internados no Hospital das Forças Armadas. O Presidente defende que não se podem fazer juízos prematuros e considera que o caso não desprestigia as Forças Armadas.

  • Depois do Fogo
    23:30

    Reportagem Especial

    Foi o incêndio mais mortífero de que há memória. No dia 17 de junho, as chamas apanharam desprevenidos moradores de vários concelhos e fizeram pelo menos 64 mortos. O incêndio prolongou-se durante vários dias deixando um rasto de histórias de perda e de sobrevivência, mas também de solidariedade de um sem número de pessoas anónimas.

  • "A menina agora volta para casa. Nós não." 

    Foi o desabafo do Cesário que me fez escrever qualquer coisa sobre o que vivi na última semana. Eram dez e pouco da noite, tinha acabado a vigília de homenagem às vítimas em Figueiró dos Vinhos e ele ainda tinha na mão um balão branco que àquela hora já só estava meio cheio. Era o último dia de uma longa e dura jornada de trabalho e estávamos a arrumar as coisas para no dia seguinte regressarmos a Lisboa.

    Débora Henriques

  • Pagar IMI a prestações e um Documento Único Automóvel mais pequeno

    País

    O programa Simplex + 2017 é apresentado hoje à tarde e recebeu mais de 250 propostas de cidadãos ao longo dos últimos meses. As novas medidas preveem o pagamento em prestações do Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI) e a criação de um simulador de custos da Justiça, que devem estar em vigor no próximo ano.

  • "A culpa morre sozinha?"
    0:41

    Opinião

    Luís Marques Mendes não acredita que o Ministério Público não formule uma acusação de homicídio por negligência e que não haja demissões na sequência do incêndio de Pedrógão Grande. O comentador da SIC debateu o tema este domingo no Jornal da Noite da SIC.

    Luís Marques Mendes

  • Cinco anos depois do incêndio na Serra do Caldeirão
    5:24

    País

    Pedrógão Grande fez reviver o drama vivido pelas gentes da Serra do Caldeirão no verão de 2012. Falta de bombeiros, moradores retirados à força, casas e floresta destruídas são semelhanças que encontram nestes dramas separados por cinco anos.

  • Novo avião da TAP com pintura retro
    0:36

    Economia

    O novo avião da TAP chama-se "Portugal", tem uma pintura retro e vai sobrevoar os céus do pais a partir desta segunda-feira. A companhia aérea explica que o nome e a pintura são uma forma de homenagear a ligação histórica entre a empresa e o país.