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Sócrates quer apresentar queixa contra juiz Carlos Alexandre

Sócrates quer apresentar queixa contra juiz Carlos Alexandre

José Sócrates pretende apresentar queixa contra o juiz Carlos Alexandre, após a entrevista que o magistrado deu à SIC, em que disse que não tem contas bancárias em nome de amigos. Palavras que, no entender do ex-primeiro-ministro, são uma alusão cobarde e injusta ao processo em que é arguido. Num artigo de opinião ao Diário de Notícias, José Sócrates acusa o magistrado de falta de imparcialidade.

  • As revelações do juiz Carlos Alexandre
    3:00

    País

    Pela primeira vez, Portugal ouviu o juiz Carlos Alexandre numa grande entrevista que deu à SIC. Carlos Alexandre disse que é um homem só, devoto da profissão e tem a certeza de ser alvo de escutas.

  • "Não sou pessoa de quem ninguém deva ter medo"
    2:30

    País

    É já esta quinta-feira que o Jornal da Noite transmite a primeira grande entrevista dada pelo juiz Carlos Alexandre. Na conversa exclusiva com a SIC, o magistrado mais mediático do país falou do percurso pessoal e profissional e da pressão dos grandes processos.Diz que nunca se arrependeu de uma decisão, admite que conhece os maiores segredos do país e que isso poderia fazer dele um homem perigoso, mas garante que ninguém tem razão para ter medo dele.

  • Sócrates responde a juiz Carlos Alexandre

    País

    José Sócrates diz que o juiz Carlos Alexandre expressou publicamente que sempre teve partido. A propósito da entrevista concedida à SIC, diz José Sócrates num artigo de opinião no Diário de Notícias que a afirmação do juiz de que não tinha contas bancárias em nome de amigos é uma cobarde e injusta insinuação baseada na imputação que o Ministério Público fez ao ex primeiro-ministro.

  • Fuga de Vale de Judeus em junho de 1975 no Perdidos e Achados
    0:36

    Perdidos e Achados

    Prisão Vale de Judeus, final de tarde de domingo, dia 29 de junho de 1975. O plano da fuga terá sido desenhado por uma vintena de homens. Serrada a presiana metálica era preciso passar, para fora do edifício, as cabeceiras dos beliches onde os presos dormiam. Ao longo de cerca de uma hora 89 detidos, agentes da PIDE/DGS, a Polícia Internacional e de Defesa do Estado português extinta depois da revolução de 1974, fogem do estabelecimento prisional.

    Segunda-feira no Jornal da Noite