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Escola de Tavira com falta de pessoal preocupa pais

Escola de Tavira com falta de pessoal preocupa pais

Os pais dos alunos colocados na escola EB 2,3 Dom Paio Peres, em Tavira, temem que a escola não esteja em condições de abrir. Os pais queixam-se de desconhecer em que condições de segurança vai abrir a escola. Existe falta de funcionários, fruto de baixas médicas. A direção do agrupamento reconhece que a situação é crítica, mas que deslocará funcionários de outras escolas.

  • Diretores querem calendário escolar com dois semestres

    País

    Mais de metade dos diretores dos agrupamentos escolares (54,1%) concorda que o calendário escolar passe para apenas dois semestres, em vez dos habituais três períodos letivos. Os dados são de um inquérito sobre sobre "O que pensam os diretores e os presidentes de Conselhos Gerais sobre questões pertinentes da escola portuguesa".

  • O drama dos professores não colocados
    4:47

    País

    Apesar terem sido colocados mais 500 docentes que em 2015, apenas 7.300 conseguiram lugar nas escola. A SIC foi conhecer o drama de alguns desses professores que todos os anos aumentam a fila do desemprego.

  • Casa Branca isolada devido a pacote suspeito

    Mundo

    A Casa Branca foi esta terça-feira isolada devido à presença de um pacote suspeito junto a uma das vedações que limitam o edifício governamental norte-americano. A situação já foi normalizada e o objeto retirado do local.

  • Inspetores do SEF cansados das promessas do Governo
    1:00

    País

    O sindicato do SEF garante que a segurança contra o terrorismo vai ser assegurada na greve de quinta-feira e sexta-feira nos aeroportos. Acácio Pereira, do sindicato, diz que os inspetores são quase escravos e que estão fartos das promessas do Governo. A greve deverá afetar cerca de 30 mil pessoas. 

  • Graça Fonseca, a primeira governante a assumir-se homossexual
    1:02

    País

    A secretária de Estado da Modernização Administrativa deu uma entrevista ao Diário de Notícias onde assume a sua homossexualidade. É a primeira vez que um governante português o faz. Graça Fonseca assume esta posição pública como uma "afirmação política".