sicnot

Perfil

País

Um dos militares internados no Hospital das Forças Armadas teve alta

Um dos dois militares dos Comandos internados no Hospital das Forças Armadas teve alta hoje, após melhorias nos seu estado de saúde registadas nos últimos dias, informou esta quinta-feira o Exército.

Em comunicado enviado à agência Lusa, o Exército adianta ainda que um outro militar continua internado no Serviço de Medicina do mesmo hospital, mantendo "um quadro de melhoria analítica".

Dois militares morreram na sequência do treino do 127.º Curso de Comandos na região de Alcochete, no distrito de Setúbal, que decorreu no dia 04 de setembro, e vários outros receberam assistência hospitalar.

O caso já desencadeou investigações, instauradas quer pelo Chefe do Estado-Maior do Exército, quer pela Procuradoria-Geral da República e levou à suspensão dos cursos de Comandos do Exército, entretanto retomados.

O 127.º Curso de Comandos foi hoje retomado após a reavaliação médica dos militares não ter revelado contra indicações clínicas que impeçam a sua continuidade.

O reinício do curso ficou marcado pelo pedido de desistência de 17 militares: um oficial, quatro sargentos e 12 soldados.

Lusa

  • Confirmados dois novos casos de legionella

    Legionella

    Dois novos casos de legionella foram esta quarta-feira confirmados. A informação foi avançada em comunicado pela Direção-Geral da Saúde. Tratam-se de duas pessoas com mais de 80 anos, internadas no Hospital São Francisco Xavier e no Egas Moniz, ambas em situação clínica estável.

  • Quem é o novo Presidente do Zimbabué?
    2:15

    Mundo

    Emmerson Mnangagwa é o sucessor de Robert Mugabe que regressou esta quarta-feira da África do Sul, onde estava refugiado. No primeiro discurso, o Presidente do Zimbabué falou de uma nova democracia no país. Mnangagwa, conhecido como crocodilo, é suspeito de atrocidades na guerra civil pós-independência. 

  • Diminuem as hipóteses de salvar os tripulantes a bordo do submarino argentino
    3:09

    Mundo

    As hipóteses de salvar os tripulantes a bordo do submarino argentino, desaparecido há 8 dias, começaram a diminuir, uma vez que o chamado "tempo de segurança" já foi ultrapassado. A Marinha portuguesa está a acompanhar o caso do submarino que está desaparecido há oito dias. As hipóteses de salvar os tripulantes vão diminuindo.

  • Comprar um carro em segunda mão sem ser enganado 
    8:44
  • O que aprendemos com secas anteriores?
    32:50