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Nova eleição para presidente do CES marcada para 14 de outubro

Licenciado em Direito pela Universidade de Coimbra, Correia de Campos foi ministro da Saúde entre 2001 e 2002.

(SIC/ Arquivo)

A nova eleição para o cargo de presidente do Conselho Económico e Social foi hoje agendada para 14 de outubro, devendo manter-se a indicação do nome de Correia de Campos, que em julho não obteve os votos necessários.

Segundo o porta-voz da conferência de líderes, o deputado do PSD Duarte Pacheco, a proposta com o nome terá de ser entregue até 06 de outubro, cabendo ao PS a indicação do sucessor de Luís Filipe Pereira.

Ainda de acordo com o deputado Duarte Pacheco, como não foi proposta nenhuma data para a realização da necessária audição prévia em comissão à personalidade indicada, o PS deverá voltar a indicar o antigo ministro socialista Correia de Campos para a presidência do Conselho Económico e Social (CES).

No dia anterior a falhar a eleição para o cargo de presidente do CES, a 20 de julho, Correia de Campos foi ouvido na comissão parlamentar de Trabalho e Segurança Social.

Numa eleição em que são necessários dois terços de aprovações, o antigo ministro socialista só obteve 105 votos favoráveis, entre os 221 deputados presentes na altura da votação.

Na altura, o líder parlamentar do PSD, Luís Montenegro, assegurou que apesar do chumbo do nome de Correia de Campos, os sociais-democratas mantinham o acordo com o PS, alcançado após meses de impasse. Como contrapartida ao acordo para que Correia de Campos sucedesse a Luís Filipe Pereira, o PS comprometeu-se a aceitar uma proposta do PSD quando se colocar a questão da substituição do provedor de Justiça em 2017.

Apesar dessa declaração de Luís Montenegro, o líder parlamentar do PS, Carlos César, avisou que outros acordos, como o caso do provedor de Justiça, seriam reponderados, acusando o PSD de ter inviabilizado a eleição de Correia de Campos

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    O antigo ministro socialista Correia de Campos falhou hoje a eleição para o cargo de presidente do Conselho Económico Social (CES), obtendo dos 221 deputados presentes apenas 105 votos favoráveis, quando precisava de dois terços de aprovações. O PSD diz que ainda é possível ultrapassar o chumbo. Luís Montenegro garante que o acordo com o PS se mantém válido e os sociais democratas deverão apoiar o novo nome indicado pelos socialistas, mesmo que Correia de Campos seja indicado novamente pelo PS.

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