sicnot

Perfil

País

Passos pede para não estar na apresentação do livro de José António Saraiva

O líder do PSD, Pedro Passos Coelho, pediu a José António Saraiva para "o desobrigar" de estar presente no lançamento do seu livro "Eu e os políticos", o que levou ao cancelamento da apresentação, informou a editora.

Em comunicado enviado à agência Lusa, a editora Gradiva afirma que o ex-primeiro-ministro Pedro Passos Coelho "pediu ao autor, por motivos pessoais, para o desobrigar de estar presente na sessão de lançamento do livro", prevista para dia 26, às 18:30, no El Corte Inglés, em Lisboa.

A Gradiva afirma que "o livro tem sido objecto de uma polémica, por vezes excessivamente inflamada, nos media e nas redes sociais" e nesse sentido, José António Saraiva e "a editora consideram que o momento exige reflexão e que tudo farão para evitar o que possa contribuir para alimentar novas polémicas".

"Por decisão conjunta do autor e da editora, a cerimónia de apresentação da obra foi cancelada", lê-se no mesmo comunicado.

No livro, Saraiva descreve, segundo a editora Gradiva, "um conjunto de episódios polémicos, vividos na primeira pessoa, com diversos políticos e personalidades" portugueses, como Paulo Portas, Mário Soares, Marcelo Rebelo de Sousa, José Sócrates e Pedro Santana Lopes, assim como o atual primeiro-ministro, António Costa, incluindo pormenores mais íntimos e privados.

Lusa

  • Português de 15 anos morre em estância de esqui em Espanha

    País

    Um jovem português morreu esta quarta-feira numa estância de esqui, em Espanha. O rapaz de 15 anos queixou-se de dores de cabeça e foi transportado para a Unidade de Cuidados de Saúde da Estância de Esqui, onde acabou por morrer.

    Em desenvolvimento

  • Europa num clima de tensão parecido ao dos anos que antecederam a 2.ª Guerra Mundial
    2:18

    Mundo

    O populismo e a demonização do outro estão a conduzir a Europa a um clima de tensão semelhante ao dos anos que antecederam a 2.ª Guerra mundial. A conclusão é do relatório anual da Amnistia internacional, que denuncia ainda que 2016 foi um ano de "implacável miséria e medo" para milhões de pessoas. Embalados pelo discurso do medo, vários governos recuaram nos direitos humanos.