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Inquérito revela que clientes da Uber estão muito satisfeitos com serviço

Um inquérito do ISCTE, esta quinta-feira divulgado, apurou um elevado grau de satisfação entre os clientes da Uber com o serviço recebido, o que se traduziu na recomendação desta alternativa de transporte a amigos.

Segundo o comunicado de divulgação do estudo, o inquérito incidiu sobre uma amostra de 900 pessoas (600 não utilizadores do serviço e 300 utilizadores), com idades entre 25 e 44 anos, tendo o trabalho de campo sido realizado em agosto último.

Pedro Fontes Falcão, coordenador da investigação e docente da ISCTE Business School, realçou, no comunicado, que "as avaliações (dos clientes da Uber) são fortemente positivas, na vertente da qualidade de serviço, orientação para o cliente, experiência emocional e vínculo afetivo, bem como fidelização à marca".

Das conclusões da investigação, realizada pelo centro de empreendedorismo do ISCTE, designado Audax, foi destacada a razão que motivou os utilizadores a usar a Uber pela primeira vez, a saber, "a perceção de boa qualidade de serviço", apontada por 99%.

Entre os que repetiram a utilização deste serviço, o conforto, destacado por 99%, e a segurança de condução do motorista, mencionada por 96%, foram as explicações mais salientes.

Não é assim de admirar que 96% dos utilizadores concordem com a continuação da operação desta plataforma de transporte em Portugal, onde está disponível em Lisboa, Porto e Algarve.

A Uber, que chegou a Portugal em 2014, tem suscitado fortes reações negativas dos taxistas.

As organizações representativas do setor do táxi anunciaram uma concentração em Lisboa, a 10 de outubro, para contestar a atividade de plataformas como a Uber e a Cabify (que permitem pedir carros de transporte de passageiros, com uma aplicação para 'smartphones' que liga quem se quer deslocar a operadores de transporte), por considerarem que funcionam de forma ilegal.

O presidente da Federação Portuguesa do Táxi (FPT) espera reunir seis mil veículos no protesto. "Só estamos a pedir uma coisa: o governo tem que fazer cumprir a lei", afirmou Carlos Ramos, em declarações à imprensa, no dia 17.

Insistindo na consideração de ilegalidade destas plataformas, Carlos Ramos insistiu: "Não podem circular na cidade de Lisboa. Têm que ser apreendidos. Se o Governo não o fizer, nós temos que os fazer parar e queremos fazê-lo de forma pacífica, mas se acontecer alguma coisa, responsabilizamos o Governo".

Lusa

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