sicnot

Perfil

País

Reservas de alojamento na Airbnb em Portugal aumentaram 76% no verão

reuters

Cerca de 705 mil visitantes reservaram alojamento (quartos ou casas) em Portugal nos meses de verão através da plataforma 'online' Airbnb, o que representou um crescimento de 76% face ao mesmo período de 2015, divulgou hoje a empresa.

Segundo dados da Airbnb enviados à agência Lusa, referentes aos meses de junho, julho e agosto, 657 mil destes hóspedes eram estrangeiros, oriundos de países como França (164.300), Espanha (70.000), Reino Unido (52.400), Alemanha (46.300) e Estados Unidos da América (35.500).

Estes visitantes ficaram, em média, 4,6 noites no país, acrescenta a plataforma, salientando que este valor se situa "acima da média europeia, de 4,3".

De acordo com a empresa, o destino com mais reservas no país foi Lisboa, que se tornou na "quarta cidade europeia mais requisitada", atrás de Barcelona, Paris e Londres.

Para isso, contribuíram as estadias dos turistas vindos de França (91.177), Espanha (28.000), Alemanha (24.400), Holanda (15.300) e Itália (12.300).

Do total de visitantes no país neste período - 705 mil -, apenas 48.200 eram portugueses, que optaram em grande parte por Lisboa (8.800), Lagos (5.500), Faro (5.000), Porto (4.600) e Tavira (3.600).

"O turismo doméstico duplicou face ao mesmo período do ano passado", frisa a Airbnb.

Além destes, perto de outros 50 mil portugueses reservaram alojamento através da plataforma no estrangeiro, em países como Espanha (14.255), Itália (6.800), França (6.200), Reino Unido (3.000) e Croácia (2.900).

"No total - viajantes portugueses domésticos e que viajaram para o estrangeiro -, cerca de 100.000 portugueses utilizaram a Airbnb para viajar no verão de 2016, quase o dobro do ano anterior", observa a empresa sediada na Califórnia, Estados Unidos.

Em toda a Europa, entre 01 de junho e 31 de agosto, mais de 16 milhões de pessoas usaram a Airbnb para reservar alojamento, o que significou um acréscimo "superior a 70% face ao mesmo período do ano anterior".

"Os dados deste verão mostram também que cada vez mais cidadãos europeus decidem viajar dentro do seu próprio continente", já que, do total, 12,5 milhões eram hóspedes deste continente, adianta a empresa na informação hoje divulgada.

Também aqui se registou um aumento face ao ano passado, na ordem dos 83%.

O país com mais reservas foi França (3,6 milhões), seguido de Itália (2,4 milhões), Espanha (2,2 milhões), Reino Unido (1,6 milhões) e Portugal.

"Até ao momento, mais de 100 milhões de pessoas alojaram-se em diferentes lugares do mundo em casas de anfitriões que anunciam na Airbnb", refere a empresa, concluindo que, no ano passado, "os anfitriões portugueses deram as boas-vindas a quase um milhão de hóspedes de todo o mundo".

  • Porque é que Melania e Ivanka vestiram preto para conhecer o Papa

    Mundo

    Melania e Ivanka chegaram ao Vaticano de preto, uma escolha muito questionada. De vestidos longos e véus, as mulheres Trump seguiram assim o dress code aconselhado nas audiências com o Papa. Também Michelle Obama usou uma vestimenta do género, em 2009, quando visitou Bento XVI.

  • Oliveira e Costa condenado a 14 anos de prisão

    País

    O fundador do grupo SLN/BPN, José Oliveira e Costa, foi esta quarta-feira condenado pelo tribunal a uma pena de prisão efetiva de 14 anos pelos crimes de falsificação de documentos, fraude fiscal qualificada, burla qualificada e branqueamento de capitais. Dos 15 arguidos no processo, 12 foram condenados.

  • Escola de Vagos castiga alunos por protesto contra a homofobia e preconceito

    País

    Os alunos da Escola Secundária de Vagos, no distrito de Aveiro, organizaram um protesto contra o que consideram homofobia e preconceito. Segunda-feira, depois de duas alunas se terem beijado foram chamadas à direção da escola, que as terá informado que não podiam beijar-se em público. O protesto foi gravado e partilhado nas redes sociais. Em declarações à SIC Notícias, um dos alunos disse que todos os envolvidos no protesto vão ser alvos de um processo disciplinar. O Bloco de Esquerda já pediu esclarecimentos ao Ministério da Educação.

    EXCLUSIVO

    Rita Pedras