sicnot

Perfil

País

GNR desmantela fábrica de cigarros ilegal em anexo de habitação em Évora

A GNR desmantelou uma fábrica artesanal de tabaco ilegal, que funcionava no anexo de uma habitação em Évora, apreendendo tabaco, cigarros e equipamento relacionado com a atividade, revelou hoje à agência Lusa fonte da Guarda.

A operação, divulgada hoje em comunicado, foi realizada, na terça-feira, por militares do Destacamento de Ação Fiscal de Évora da GNR, no decorrer de uma ação de fiscalização na cidade alentejana.

Contactada pela Lusa, a fonte da força de segurança precisou que a unidade funcionava no anexo de uma habitação, situada nos arredores de Évora, adiantando que o proprietário era responsável pela gestão do negócio e três mulheres manufaturavam o tabaco.

A folha seca de tabaco era adquirida em Espanha e na fábrica a matéria-prima era triturada e colocada no filtro e em papel de fumar, sendo os cigarros colocados em maços de marca branca, produzidos por uma papelaria local, adiantou a mesma fonte.

Cada maço de tabaco era vendido a uma preço entre 1,5 e 2 euros, um valor muito abaixo dos maços vendidos no mercado, acrescentou a fonte da GNR.

Trata-se da primeira vez que é detetada uma fábrica deste género no sul do país, sendo esta atividades mais habitual no norte, referiu, indicando que o aparecimento destas unidades está relacionado com o aumento dos impostos sobre o tabaco.

Segundo o comunicado da GNR, foram apreendidos na operação 1.400 cigarros acondicionados em maços, tabaco suficiente para mais de 31 mil cigarros, dois aparelhos artesanais para triturar tabaco, uma balança comercial para pesagem e várias embalagens.

O proprietário da fábrica, um homem de 37 anos, foi identificado, indica a GNR no comunicado, salientando que o material apreendido está avaliado em cerca de dois mil euros.

Lusa

  • Aeroporto Cristiano Ronaldo? Nem todos os madeirenses estão de acordo
    2:21
  • Fatura da água a dobrar
    2:26

    Economia

    Desde o início do ano que a população de Celorico de Basto está a receber duas faturas da água para pagar. Tanto a Câmara como a Águas do Norte reclamam o direito a cobrar pelo serviço. Contactada pela SIC, a Entidade Reguladora esclarece que o município não pode emitir faturas e tem de devolver o dinheiro.

  • Vala comum com 6 mil corpos em Mossul
    1:43

    Daesh

    Há suspeitas de que o Daesh tenha criado uma vala comum com cerca de seis mil corpos a sul de Mossul, no Iraque. A área em redor estará minada. A revelação é de uma equipa de reportagem da televisão britânica Sky News.

  • A menina que os pais queriam chamar "Allah"

    Mundo

    ZalyKha Graceful Lorraina Allah tem 22 meses, anda não sabe ler nem escrever mas já está no centro de um processo judicial contra o Estado da Georgia, nos EUA. Os pais, Elizabeth Handy e Bilal Walk, apoiados por uma ONG, exigem na justiça que o nome seja reconhecido na certidão de nascimento para que a criança possa ser inscrita na escola, na segurança social ou nos registos e notoriado. O casal já tem um filho de 3 anos que se chama Masterful Mosirah Aly Allah.