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Atividade no Porto de Sines retomada após derrame de combustível

O terminal de contentores do Porto de Sines retomou esta quarta-feira parcialmente a atividade, podendo já receber navios, enquanto decorrem ainda os trabalhos de contenção e de remoção do combustível derramado no mar, anunciou a administração portuária.

"Às 17:00 foi parcialmente retomada a atividade operacional no terminal", informou, numa mensagem escrita enviada à agência Lusa, a Administração dos Portos de Sines e do Algarve (APS).

A entrada de navios no terminal de contentores do Porto de Sines foi interrompida na noite de domingo, após ter sido detetado um derrame de combustível no mar, para permitir a contenção e remoção do produto.

A partir de hoje está operacional o cais "feeder", com um comprimento de 200 metros, destinado a navios mais pequenos, e parte do cais que permite receber os maiores porta-contentores do mundo.

Embora ainda não esteja funcional a cem por cento, o terminal de contentores, que em média recebe 103 navios por ano, pode a partir de hoje voltar a operar os maiores porta-contentores do mundo, com capacidade até 14 mil TEU (medida padrão equivalente a contentores com 20 pés de cumprimento).

Na terça-feira, cinco navios aguardavam ao largo de Sines a reabertura do terminal.

No terminal XXI, como também é designado, continuam os dois navios que poderão estar na origem do derrame, o porta-contentores "MSC Patrícia" e o reabastecedor de combustível "Baía 3", que lá vão permanecer até a situação ser esclarecida, reafirmou hoje, em declarações à agência Lusa, o comandante do Porto de Sines, José Velho Gouveia.

"Estamos a tratar do inquérito, só amanhã vamos ouvir os responsáveis do 'Baía 3' e estamos a fazer as diligências necessárias [à investigação]", referiu.

O comandante do "MSC Patrícia" e o chefe da casa das máquinas já foram ouvidos no âmbito do inquérito conduzido pela Polícia Marítima, que está a investigar a ocorrência.

O derrame de "algumas toneladas" de combustível ocorrido na noite de domingo no mar está desde então a ser alvo de trabalhos de contenção e de remoção, que se vão prolongar pelos próximos dias, a cargo da APS, com o apoio da Autoridade Marítima.

Lusa

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