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Tiroteio em Aguiar da Beira fez dois mortos e dois feridos

MIGUEL PEREIRA DA SILVA

Há outra vítima mortal além de um militar da GNR, em Aguiar da Beira. As autoridades acreditam que os casos estão relacionados. Um dos suspeitos já foi identificado.

Última atualização às 12:48

Foi identificado um dos suspeitos envolvidos no tiroteio esta manhã em Aguiar da Beira, Guarda, em que um militar da GNR morreu e outro ficou ferido em estado grave. Estará em fuga numa carrinha Mitsubishi Strakar, que terá sido avistada em São Pedro do Sul, no distrito de Viseu.

Um militar de 29 anos morreu e um outro, de 41, ficou ferido em estado grave, alvejados no decorrer de uma ação de patrulhamento que estavam a realizar, na zona industrial de Aguiar da Beira, próximo da localidade de Vila Chã. Os suspeitos, que serão dois, fugiram no carro patrulha, que abandonaram a cerca de cinco quilómetros.

No decorrer da investigação, as autoridades encontraram entretanto um casal com ferimentos de bala - um homem, que morreu, e uma mulher, gravemente ferida.

A GNR acredita que o caso poderá estar ligado com o tiroteio que envolveu os militares, uma vez que as duas vítimas foram encontradas numa zona próxima onde estava o carro patrulha entretanto abandonado pelos assaltantes. Chegou a avançar-se que estes dois civis poderiam ser os próprios suspeitos.

Ao meio-dia, o major Pedro Gonçalves falou à imprensa e fez um ponto de situação:

A GNR confirmou a morte de um dos militares, atingido na cabeça. Em declarações à SIC Notícias durante a manhã, o major Pedro Gonçalves chegou a desmentir a morte, indicando que o homem estava a ser assistido no local. No entanto, o militar não terá sobrevivido.

O caso aconteceu por volta das 7:30. Os suspeitos terão fugido no carro patrulha. A viatura foi depois abandonada, com uma das vítimas no interior - o militar que entretanto morreu.

O militar da GNR ferido, baleado nas costas, foi deixado no local. Encontra-se atualmente estabilizado, mas inspira cuidados e vigilância, no Centro Hospitalar Tondela-Viseu.

As autoridades têm montada uma operação para deter os suspeitos, que envolve cerca de 100 militares da Guarda e de Viseu e também elementos da Polícia Judiciária.

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