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Ministra já esperava violência no protesto dos taxistas

MIGUEL A. LOPES

A ministra da Administração Interna diz que o que aconteceu no dia do protesto dos taxistas "não foi nada de que não estivessem à espera". Em declarações ao jornal Público, Constança Urbano de Sousa diz que a operação policial foi preparada com firmeza e que em causa esteve a tentativa de normalidade de um "Estado de Direito".

"O objetivo do Governo foi que o protesto decorresse sem violência, enquadrado de forma própria de um Estado do Direito, mas com firmeza", afirma a ministra ao jornal.

Constança Urbano de Sousa coordenou as operações de manutenção da segurança em Lisboa e nos acessos. A responsável diz que "há limites que não podem ser ultrapassados" em sociedades democráticas, razão pela qual o protesto foi enquadrado pela PSP.

  • Repórter da SIC vítima de agressões durante protesto de taxistas
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    Os ânimos estiveram bastante exaltados durante alguns momentos da manifestação e assistiram-se mesmo a algumas cenas de violência. Um repórter de imagem da SIC foi vítima de um desses episódios. Na altura em que filmava um momento que nada tinha a ver com a manifestação, o jornalista acabou por ser agredido por alguns taxistas que se encontravam no local. O repórter ficou com algumas escoriações e com a câmara e telemóveis partidos. A Direção de Informação da SIC apresentou queixa às autoridades.

  • O filme do protesto dos taxistas
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    A manifestação desta segunda-feira começou no Parque das Nações e tinha como objetivo chegar à Assembleia da República, contudo acabou por ficar parada junto ao aeroporto. Desde cedo, centenas de taxistas começaram um protesto que até ao momento ainda não terminou. Vieram de todo o país e até do outro lado da fronteira, com vários taxistas espanhóis a juntarem-se. Os manifestantes contestam os serviços da Uber e da Cabify.

  • Bomba de gasolina obrigada a fechar devido a confusão com taxistas
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    Os taxistas estão em protesto desde esta manhã. Pelo menos três manifestantes foram detidos durante os desacatos, junto ao aeroporto de Lisboa. Um carro da Uber foi atacado e, logo depois, uma bomba de gasolina foi obrigada a encerrar devido aos protestos dos taxistas contra um empregado da Uber, que estaria no estabelecimento.

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    Durante o avanço dos taxistas até à zona das partidas do Aeroporto Humberto Delgado, uma viatura da Uber foi vandalizada. Os manifestantes atiraram pedras e garrafas contra o veículo e a polícia foi obrigada a proteger o carro e a conduzi-lo para trás do cordão de segurança do corpo especial da PSP. O motorista da Uber, que não quis ser identificado, falou à SIC pouco depois do incidente e conta como conseguiu fugir à fúria dos taxistas.

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    Caso CGD

    Marcelo Rebelo de Sousa fez questão de receber em público Ferro Rodrigues antes de um almoço com o presidente da Assembleia da República. O Presidente também recebeu a representante do CDS-PP, Assunção Cristas, que foi apresentar queixa de Ferro Rodrigues e da maioria de esqueda em relação à comissão de inquérito da Caixa Geral de Depósitos. Ferro Rodrigues desvalorizou as críticas.

  • Luaty Beirão agredido em manifestação em Luanda
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