sicnot

Perfil

País

Ministra já esperava violência no protesto dos taxistas

MIGUEL A. LOPES

A ministra da Administração Interna diz que o que aconteceu no dia do protesto dos taxistas "não foi nada de que não estivessem à espera". Em declarações ao jornal Público, Constança Urbano de Sousa diz que a operação policial foi preparada com firmeza e que em causa esteve a tentativa de normalidade de um "Estado de Direito".

"O objetivo do Governo foi que o protesto decorresse sem violência, enquadrado de forma própria de um Estado do Direito, mas com firmeza", afirma a ministra ao jornal.

Constança Urbano de Sousa coordenou as operações de manutenção da segurança em Lisboa e nos acessos. A responsável diz que "há limites que não podem ser ultrapassados" em sociedades democráticas, razão pela qual o protesto foi enquadrado pela PSP.

  • Repórter da SIC vítima de agressões durante protesto de taxistas
    0:28

    País

    Os ânimos estiveram bastante exaltados durante alguns momentos da manifestação e assistiram-se mesmo a algumas cenas de violência. Um repórter de imagem da SIC foi vítima de um desses episódios. Na altura em que filmava um momento que nada tinha a ver com a manifestação, o jornalista acabou por ser agredido por alguns taxistas que se encontravam no local. O repórter ficou com algumas escoriações e com a câmara e telemóveis partidos. A Direção de Informação da SIC apresentou queixa às autoridades.

  • O filme do protesto dos taxistas
    3:47

    País

    A manifestação desta segunda-feira começou no Parque das Nações e tinha como objetivo chegar à Assembleia da República, contudo acabou por ficar parada junto ao aeroporto. Desde cedo, centenas de taxistas começaram um protesto que até ao momento ainda não terminou. Vieram de todo o país e até do outro lado da fronteira, com vários taxistas espanhóis a juntarem-se. Os manifestantes contestam os serviços da Uber e da Cabify.

  • Bomba de gasolina obrigada a fechar devido a confusão com taxistas
    6:02

    País

    Os taxistas estão em protesto desde esta manhã. Pelo menos três manifestantes foram detidos durante os desacatos, junto ao aeroporto de Lisboa. Um carro da Uber foi atacado e, logo depois, uma bomba de gasolina foi obrigada a encerrar devido aos protestos dos taxistas contra um empregado da Uber, que estaria no estabelecimento.

  • Motorista da viatura da Uber vandalizada conta como escapou à fúria dos taxistas
    2:15

    País

    Durante o avanço dos taxistas até à zona das partidas do Aeroporto Humberto Delgado, uma viatura da Uber foi vandalizada. Os manifestantes atiraram pedras e garrafas contra o veículo e a polícia foi obrigada a proteger o carro e a conduzi-lo para trás do cordão de segurança do corpo especial da PSP. O motorista da Uber, que não quis ser identificado, falou à SIC pouco depois do incidente e conta como conseguiu fugir à fúria dos taxistas.

  • Eurogrupo dá luz verde ao Orçamento do Estado
    0:29

    Orçamento do Estado 2017

    O Orçamento português passou no Eurogrupo mas os ministros das Finanças alertam que podem ser precisas mais medidas para cumprir as metas e em março vão voltar a olhar para as contas. Para já, estão satisfeitos com o compromisso assumido por Mário Centeno e mais sete ministros da zona euro, cujos Orçamentos estão em risco de incumprimento.

  • Youtuber Miguel Paraiso escreveu uma paródia musical para a Reportagem da SIC "Renegados"
    1:27

    Grande Reportagem SIC

    O youtuber Miguel Paraiso escreveu uma paródia musical para a Grande Reportagem SIC "Renegados".Desde ontem já teve 67 mil visualizações no Facebook. Imagine que ia renovar o cartão de cidadão e diziam-lhe que afinal não é português? Mesmo tendo nascido, crescido, estudado e trabalhado sempre em Portugal? Foi o que aconteceu a inúmeras pessoas que nasceram depois de 1981, quando a lei da nacionalidade foi alterada.«Renegados» é como se sentem estes filhos de uma pátria que os excluiu. Para ver, esta quarta-feira, no Jornal da Noite da SIC.

  • "A nossa guerra não deixou heróis, só vilões e vítimas"
    5:26

    Mundo

    Luaty Beirão é o rosto mais visível de um movimento de contestação ao regime angolano que começou em 2011, ano da Primavera árabe. Mas a par dos 15+2, mediatizados num processo que os condenou por lerem um livro, outros activistas arriscam diariamente a liberdade. A SIC esteve em Luanda e falou com o advogado Adolfo Campos e com os músicos Carbono Casimiro, Mona Dya Kidi e David Salei. Já todos estiveram presos. Já todos foram vítimas de violência policial. Defendem que "a geração anterior comprometeu o país" e acreditam que só a mudança política pode trazer um futuro melhor. Para estes jovens activistas, a guerra que arrasou o país, e com que o regime justifica tudo, não deixou heróis, apenas "vilões e vítimas".

  • O que aconteceu à menina síria que relatava a guerra no Twitter?
    1:59