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Complexo do Cachão abandonado

Complexo do Cachão abandonado

Os dois incêndios que destruíram vários pavilhões do Cachão puseram a nu a realidade que se vive atualmente no antigo Complexo Agroindustrial. No espaço moribundo e exposto à poluição restam pouco mais de meia dúzia de pequenas empresas com cerca de 100 trabalhadores. Mas nos anos 60 e 70, o Complexo do Cachão foi o maior polo de desenvolvimento do nordeste Transmontano. Na altura, empregava mais de 3 mil pessoas.

  • Seis meses após o incêndio, fumo continua a sair do Complexo do Cachão
    3:51

    País

    Seis meses depois do incêndio, o Complexo Industrial do Cachão em Bragança continua transformado num depósito de lixo. A empresa proprietária dos armazéns ainda não retirou os detritos que continuam em combustão. Os habitantes da aldeia queixam-se da poluição a que estão expostos e receiam um novo incêndio.

  • Fumo continua a sair dos escombro do incêndio no Cachão
    3:55

    País

    Depois de três semanas do incêndio que destruiu dois armazéns com resíduos plásticos no Cachão, em Mirandela, ainda há fumo a sair dos escombros. Os habitantes da aldeia queixam-se da poluição a que estão expostos. Exigem a remoção imediata de todos os resíduos existentes nas instalações. A empresa Mirapapel, responsável por armazenar o material no local, ignorou várias ordens para o retirar e já foi alvo de processos de contra-ordenação pelo exercício não licenciado de gestão de resíduos.

  • População do Cachão receia que complexo industrial esteja a ser usado como lixeira
    3:34

    País

    Os habitantes do Cachão, em Mirandela, receiam que o antigo complexo agro-industrial, onde no domingo um incêndio destruiu dois armazéns de resíduos plásticos, esteja a ser transformado numa espécie de cemitério de detritos. Há vários anos que a população se queixa, primeiro da poluição gerada por uma fábrica de transformação de bagaço de azeitona, depois da acumulação de resíduos.

  • "Não se reconstroem serviços públicos em dois anos"
    0:53

    País

    O Ministro da Saúde diz que os problemas do Serviço Nacional de Saúde não se resolvem em dois anos nem se consegue reverter a trajetória de desinvestimento e delapidação dos serviços públicos até 2019, ou até ao final da legislatura. Em entrevista ao jornal Público e à rádio Renascença, Adalberto Campos Fernandes admitiu ainda que é contra a eutanásia, mas garante que o SNS estará pronto a aplicar a lei, se assim for decidido pelo Parlamento.

  • "Oui, Monsieur - O Saco Azul do Marquês" (Parte I)
    35:45

    Operação Marquês

    A acusação da Operação Marquês diz que, em 5 anos, foram pagos quase 36 milhões de euros de luvas a José Sócrates. A maior fatia veio do Grupo Espírito Santo. O Ministério Público fala em pagamentos por decisões políticas sobre negócios da PT, alegadamente em benefício de Ricardo Salgado. Além de Sócrates, também Zeinal Bava e Henrique Granadeiro terão recebido dezenas de milhões de euros do ex-banqueiro. Nesta primeira parte da reportagem "Oui, Monsieur - O Saco Azul do Marquês", começamos a seguir do rasto desse dinheiro, conduzidos pelas pistas deixadas à investigação, nos registos secretos de um director do Grupo Espírito Santo.

  • "Oui, Monsieur - O Saco Azul do Marquês" (Parte II)
    24:59

    Operação Marquês

    O Ministério Público estima que, em apenas 8 anos, a ES Enterprises movimentou mais de três mil milhões de euros. E sempre à margem de qualquer controlo. Na tese da Operação Marquês, foi desta empresa fantasma que saiu a maior parte das luvas alegadamente pagas por Ricardo Salgado a José Sócrates, Zeinal Bava, Henrique Granadeiro e Hélder Bataglia, por causa dos negócio da PT. Na primeira parte da grande reportagem "Oui, Monsieur - o saco azul do marquês" vimos como o chumbo da OPA da SONAE à PT terá sido o primeiro desses negócios.Agora, olhamos para outros pagamentos milionários e procuramos perceber o que está atrás desse alegado saco azul. A investigação concluiu que era financiado através de operações financeiras complexas, por vezes com dinheiro dos clientes do BES.