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Suspeito de Aguiar da Beira tem uma "perturbação de personalidade antissocial"

Suspeito de Aguiar da Beira tem uma "perturbação de personalidade antissocial"

O suspeito de dois homicídios em Aguiar da Beira está desaparecido há mais de uma semana. A editora de Sociedade da SIC Isabel Horta e o psicólogo forense Mauro Paulino estiveram no Jornal da Noite a analisar o caso. Mauro Paulino diz que os dados sugerem que o homem tem uma "perturbação de personalidade antissocial". O psicólogo forense afirma que o suspeito quer manter o controlo sobre a situação - daí estar a fugir por sítios que conhece - e que é perigoso para a sociedade. Já Isabel Horta diz que a mediatização dada ao caso não está a ajudar e fala sobre a intervenção da GNR no caso, que não tem "qualquer enquadramento legal". A editora de Sociedade diz ainda que esta intervenção pode causar uma reação negativa, que pode levar a um desfecho que não será favorável.

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  • "Estão a gozar com os portugueses, esta abordagem tem de mudar"
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    Opinião

    José Gomes Ferreira acusa as autoridades e o poder político de continuarem a abordar o problema da origem dos fogos de uma forma que considera errada. Em entrevista, no Primeiro Jornal, o diretor adjunto da SIC, considera que a causa dos fogos "é alguém querer que a floresta arda". José Gomes Ferreira sublinha que não se aprendeu com os erros e que "estão a gozar com os portugueses".

    José Gomes Ferreira

  • "Os portugueses dispensam um chefe de Governo que lhes diz que isto vai acontecer outra vez"
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    Opinião

    Perante o cenário provocado pelos incêndios, os portugueses querem um chefe de Governo que lhes diga como é que uma tragédia não volta a repetir-se e não, como disse António Costa, que não tem uma fórmula mágica para resolver o problemas dos fogos florestais. A afirmação é de Bernardo Ferrão, da SIC, que questiona ainda a autoridade da ministra da Administração Interna para ir a um centro de operações, uma vez que é contestada por toda a gente.

  • Portugal precisa de "resultados em contra-relógio, após décadas de desordenamento florestal"
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  • Jornalista que denunciou corrupção do Governo de Malta morre em explosão

    Mundo

    A jornalista Daphne Caruana Galizia, que acusou o Governo de Malta de corrupção, morreu esta segunda-feira, numa explosão de carro. O ataque acontece duas semanas depois de a jornalista maltesa recorrer à polícia, para dizer que estava a receber ameaças de morte. A morte acontece quatro meses após a vitória do Partido Trabalhista de Joseph Muscat, nas eleições antecipadas pelo primeiro-ministro, após as alegações da jornalista, que o ligavam a si e à sua mulher ao escândalo dos Panama Papers. O casal negou as acusações de que teriam usado uma offshore para esconder pagamentos do Governo do Azerbaijão.