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Técnicos de saúde suspendem greve em véspera de reunião com Governo

A greve dos técnicos de diagnóstico e terapêutica, que durava há 15 dias, por tempo indeterminado, terminou esta madrugada. Amanhã, os sindicatos serão recebidos pelo Governo para discutir as reinvindicações dos trabalhadores.

Os técnicos superiores de diagnóstico e terapêutica reclamam a atualização da carreira profissional.

Em comunicado, o Sindicato dos Técnicos Superiores das Áreas de Diagnóstico e Terapêutica (STSS) refere que vai reunir na sexta-feira com o Governo para fechar a primeira fase do processo negocial, notando que os projetos enviados pelo governo correspondem às exigências do Sindicato.

"Os técnicos superiores de diagnóstico e terapêutica e o sindicato reiteram o pedido de desculpas pelos incómodos causados à população em geral e aos utentes do SNS -- Sistema Nacional de Saúde em particular", adianta a nota sindical enviada à agência Lusa.

Segundo o sindicato, os projetos de diploma enviados pelo governo, bem como o compromisso de negociação das matérias de incidência orçamental, designadamente a produção de efeitos remuneratórios a negociar, está dentro do perímetro das reivindicações do sindicato.

"Foram já efetuadas propostas de correção a alguns aspetos técnicos dos diplomas que, o sindicato já sabe que serão acolhidas na reunião" com o governo.

O sindicato justifica que foi, perante estes avanços nas negociações, que a direção nacional do STSS decidiu suspender a greve, retomando o regime normal de urgência de feriados e fins de semana.

Desta forma - indica o sindicato - ficam cancelados os protestos agendados para sexta-feira, em todo o país, não havendo, por isso, concentrações defronte dos hospitais de S.José (Lisboa) e de Santo António (Porto), hospital Universidade de Coimbra e dhospital de Faro.

Os técnicos superiores das áreas de diagnóstico e terapêutica, constituídos em 22 profissões, três das quais por regulamentar, abrangem áreas como as análises clínicas, a radiologia, a fisioterapia, a farmácia, a cardiopneumologia, entre muitas outras, num total de cerca de 10 mil profissionais em exercício nos serviços públicos de saúde.

A paralisação que agora terminou afetou, segundo o sindicato, "praticamente todos os serviços de saúde, com especial incidência nos blocos operatórios, altas e internamentos hospitalares", ou os diagnósticos diferenciados.

Com Lusa

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