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Guterres vai doar prémio Direitos Humanos 2016 ao Conselho Português dos Refugiados

O secretário-geral das Nações Unidas designado, António Guterres, vai doar ao Conselho Português dos Refugiados o prémio Direitos Humanos 2016, no valor de 25 mil euros, que lhe será atribuído na sexta-feira pela Assembleia da República.

Esta decisão do antigo primeiro-ministro português entre 1995 e 2001 foi avançada à agência Lusa por fonte diplomática.

António Guterres recebe na sexta-feira do presidente da Assembleia da República, Ferro Rodrigues, o Prémio Direitos Humanos 2016, cerimónia em que estarão presentes o Presidente da República e o primeiro-ministro.

A cerimónia de entrega do Prémio Direitos Humanos, o mais alto galardão atribuído pela Assembleia da República, está marcada para as 12:00, na Sala do Senado, e juntará pela primeira vez os titulares dos principais órgãos de soberania nacionais: O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, o presidente da Assembleia da República, Ferro Rodrigues, e o primeiro-ministro, António Costa.

Além da intervenção de encerramento, a cargo de António Guterres, discursam também o presidente da Comissão de Assuntos Parlamentares, Pedro Bacelar Vasconcelos, e Ferro Rodrigues.

Numa nota divulgada no início deste mês pelo gabinete do presidente da Assembleia da República, referia-se que um júri com a representação de todas as bancadas parlamentares decidira, de forma unânime, distinguir António Guterres "pelo trabalho desenvolvido na defesa dos direitos humanos", sobretudo no período em que exerceu as funções de alto comissário das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR).

O antigo primeiro-ministro português, concluiu então Ferro Rodrigues, "é o homem certo, no tempo certo, no lugar certo".

O júri da Assembleia da República foi constituído por deputados membros da Comissão de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias: o socialista Pedro Bacelar Vasconcelos (presidente), Filipe Neto Brandão (PS), José Matos Correia (PSD), Sandra Cunha (Bloco de Esquerda), Telmo Correia (CDS-PP), António Filipe (PCP) e José Luís Ferreira (Os Verdes).


Lusa

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