sicnot

Perfil

País

Cerca de 450 pessoas detidas na 1ª fase da operação Festas Seguras

A polícia deteve cerca 450 pessoas e apreendeu perto de 36 mil doses de droga durante a primeira fase da operação "Festas Seguras", que decorreu entre 15 e 26 de dezembro, anunciou esta quarta-feira a PSP.

Do total das detenções, 162 deveram-se a condução com excesso de álcool, enquanto 56 foram por tráfico de droga, 47 por falta de carta, 26 por furto e 10 por posse de arma ilegal. Houve ainda 76 detenções que resultaram de mandado de detenção.

Os números resultam da primeira fase da operação "Polícia Sempre Presente -- Festas Seguras 2016", na qual estiveram envolvidos 6.557 elementos policiais, num total de 925 operações, adianta a PSP em comunicado.

Neste período, a PSP apreendeu também 33 armas, das quais 11 eram armas de fogo.

Foram ainda apreendidas perto de 36.000 doses de droga, com destaque para a cocaína (21.741 doses), heroína (7.896), haxixe (3.007) e "ecstasy" (770), adiantam os dados da Polícia de Segurança Pública.

Durante a operação, foram fiscalizadas cerca de 29.400 viaturas, tendo sido detetadas 290 infrações por falta de inspeção obrigatória, 287 por uso indevido do telemóvel e 79 por falta de cinto de segurança.

Foram ainda verificadas 1.401 infrações por excesso de velocidade, através de radar.

Ao nível da sinistralidade rodoviária, a PSP registou, neste período, 484 acidentes, dos quais resultaram 157 feridos (três graves e 154 ligeiros).

A Operação "Polícia Sempre Presente -- Festas Seguras 2016" está a ser desenvolvida a nível nacional, em toda a área de responsabilidade da PSP, até ao dia 02 de janeiro de 2017.

Lusa

  • Governo prepara pacote de medidas para matas ardidas

    País

    O Governo vai preparar um pacote de medidas para as matas nacionais afetadas pelos incêndios, que passa pela elaboração de um relatório de ocorrências, por um programa de intervenção e pela aplicação da receita da madeira nessas matas.

  • "Viverei com o peso na consciência até ao último dia"
    3:00
  • Acabou o estado de graça

    Sá Carneiro dizia que qualquer Governo tem direito a um estado de graça de 100 dias. E que, depois disso, já não tem margem para deitar culpas ao Governo anterior. O discurso de Marcelo, no terreno, junto das vítimas, e não na torre de marfim de Belém, marca o tal "novo ciclo" que o Presidente há muito tinha anunciado, com data marcada: depois das autárquicas.

    Pedro Cruz

  • "O primeiro-ministro falhou em toda a linha"
    4:36

    Opinião

    Miguel Sousa Tavares não acredita que a ministra da Administração Interna se despediu: "ela foi demitida pela Presidente ontem à noite publicamente". No Jornal da Noite, esta quarta-feira, o comentador da SIC declarou que o primeiro-ministro "falhou em toda a linha" e questionou se António Costa tinha a "coragem política de fazer o que é preciso". Sobre os incêndios, Miguel Sousa Tavares disse ainda que o maior problema não era haver reacendimentos, mas sim "não serem logo apagados e propagarem-se".

    Miguel Sousa Tavares

  • 2017: o ano em que mais território português ardeu
    1:41
  • O balanço trágico dos incêndios do fim de semana
    0:51
  • A fotografia que está a correr (e a impressionar) o Mundo

    Mundo

    A fotografia de uma cadela a carregar, na boca, o cadáver calcinado da cria está a comover o mundo. Entre as muitas fotografias que mostram o cenário causado pelos incêndios que devastaram a Galiza nos últimos dias, esta está a causar especial impacto. O registo é do fotógrafo Salvador Sas, da agência EFE. A imagem pode impressionar os mais sensíveis.

  • "O povo exige um novo ciclo"
    1:10

    Tragédia em Pedrógão Grande

    A Associação de Vítimas do Incêndio de Pedrógão Grande exige que o primeiro-ministro faça um pedido de desculpas público às famílias das vítimas dos incêndios. A Presidente da Associação pede ainda a demissão do comando da Autoridade Nacional de Proteção Civil. Após a reunião desta quarta-feira com António Costa, Nádia Piazza anunciou que o Governo assume as mortes de junho passado e chegou a acordo com os familiares das vítimas.

  • Uso de véu que tape o rosto proibido em serviços públicos no Quebec, Canadá
    1:04
  • 60 milhões de crianças com menos de 5 anos vão morrer entre 2017 e 2030

    Mundo

    Cerca de 15 mil crianças com menos de 5 anos morreram em 2016 em todo o mundo, e 46% destas morreram nos primeiros 28 dias de vida, segundo um relatório divulgado na quarta-feira pela Unicef. Apesar de se ter registado uma descida da mortalidade nos primeiros cinco anos de vida, de 9,9 milhões de mortes em 2000 para 5,6 milhões em 2016, a proporção de recém-nascidos entre os falecidos aumentou de 41% para 46% neste período.