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Justiça e Ordem dos Advogados passam por "questões dificilíssimas"

ANT\303\223NIO COTRIM

O bastonário da Ordem dos Advogados (OA), Guilherme Figueiredo, disse esta quarta-feira, no Porto, que a justiça portuguesa passa por "questões dificilíssimas", tal como a OA, havendo um "longo" caminho a trilhar.

Na cerimónia de tomada de posse do Conselho Regional e do Conselho de Deontologia do Porto, Guilherme Figueiredo, considerou que é necessário atirar "o melindre para trás das costas" para avançar sem prejuízos e sem problemas menores.

Há um longo caminho a trilhar, mas esse caminho deve incluir "todos os advogados" para "todos participarem", de uma forma ou outra, nos destinos da advocacia e da Ordem, frisou. Guilherme Figueiredo realçou a necessidade de a ordem ser "unida" e incluir, em vez de excluir, para conseguir tratar a diferença. Por isso, a ordem fará um trabalho interno de união que exige e signifique confrontação e debate sério das ideias de todos para ser capaz de encontrar convergências, garantiu Guilherme Figueiredo. "Hoje é necessário discutirmos tudo", sublinhou.

A questão da diferença é "absolutamente essencial" para projetar a ordem e reconhecer a sua história, não podendo ter exclusões na atividade do quotidiano, considerou. Na sua tomada de posse, a 11 de janeiro passado, em Lisboa, Guilherme Figueiredo defendeu "uma diminuição acentuada das custas judiciais", considerando que estas atingem "valores insuportáveis".

Além da diminuição das custas judiciais, o bastonário elegeu como questões centrais a importância do segredo profissional, a prática de buscas a escritórios de advogados e a constituição destes como arguidos, o Pacto sobre a Justiça e o Fórum Institucional para a Justiça e a Caixa de Previdência dos Advogados e Solicitadores.

Lusa

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