sicnot

Perfil

País

Avião da Monarch faz "aterragem não planeada" na Madeira

Um avião da companhia aérea britânica Monarch, que tinha como destino a ilha da Madeira, efetuou esta segunda-feira uma "aterragem não planeada" no aeroporto do Porto Santo, disse fonte da ANA - Aeroportos de Portugal.

Pedro Oliveira, do gabinete de comunicação da ANA, confirmou esta "aterragem não planeada de um avião da Monarch que tinha como destino a Madeira".

Adiantou que o voo era de um Airbus A321, proveniente do aeroporto de Gatwick (Londres) e tinha a bordo 137 passageiros.

O responsável indicou que na origem da situação estão "problemas técnicos", referindo que o comandante do avião solicitou a autorização para efetuar esta aterragem não planeada pelas 16:46.

Pedro Oliveira apontou que, "como é normal neste tipo de situações, foi acionado o plano de emergência e os meios de prevenção", tendo a aterragem acontecido sem incidentes pelas 16:54.

Após o desembarque dos passageiros, que decorreu sem qualquer problema, o referido plano de emergência foi depois desativado.

Os passageiros aguardam no aeroporto do Porto Santo transporte para o Funchal.

Lusa

  • Economia portuguesa a crescer
    2:26
  • Os likes dos candidatos às autárquicas no Facebook
    4:00

    Autárquicas 2017

    Se há mais de 5 milhões de portugueses no Facebook, é natural que as autárquicas também passem pela rede social mais usada no país e no mundo. A SIC apresenta-lhe os 10 candidatos cujas páginas têm mais seguidores e, para a comparação ser mais justa, os que têm mais seguidores em Portugal - porque há também quem estranhamente tenha milhares de fãs em países como Egito, Filipinas ou Vietname.

  • Embaixador do Bangladesh pede ajuda aos portugueses no caso dos rohingya

    Mundo

    O embaixador do Bangladesh em Lisboa pediu esta sexta-feira aos portugueses que ajudem a resolver o problema dos rohingya. Desde o final de agosto, mais de 400 mil pessoas desta minoria muçulmana fugiram de Myanmar, a antiga Birmânia. O Bangladesh já tinha acolhido outros 400 mil refugiados e vê-se agora a braços com esta crise migratória. Pede por isso a Portugal que pressione Myanmar para aceitar de volta e em segurança os rohingya.