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Fenprof lança campanha para mudar gestão das escolas

A Federação Nacional dos Professores (Fenprof) lança na quinta-feira uma campanha nacional em defesa da alteração do modelo de gestão das escolas, que considera demasiado centrado no diretor, defendendo ao mesmo tempo a desagregação dos grandes agrupamentos.

"Pensamos que a gestão democrática das escolas é fundamental para o seu bom funcionamento", disse esta terça-feira à agência Lusa o secretário-geral da Fenprof, Mário Nogueira, segundo o qual este é um dos principais pontos de preocupação dos docentes, a par das questões salariais e de progressão na carreira.

A federação sindical vai, assim, recuperar propostas já apresentadas no ano passado e ouvir de novo os professores, numa espécie de referendo a decorrer nas escolas durante uma semana, em fevereiro, através de um questionário em que vão pronunciar-se sobre o atual modelo de gestão dos estabelecimentos de ensino e o que deve mudar.

"Os professores sentem-se completamente afastados das decisões, nomeadamente de ordem pedagógica", afirmou o dirigente sindical, frisando que não se trata de uma posição contra os diretores.

Os responsáveis pelas escolas vão também participar neste debate numa das iniciativas a realizar até ao final do mês de março.

"O problema é o modelo, há um afunilamento na gestão das escolas numa só pessoa, que acaba por se transformar num elo do Ministério da Educação", acrescentou.

Até meados de março, haverá reuniões "em todas as escolas" para debater os resultados, incluindo com os pais, os estudantes, os funcionários e os autarcas, indicou Mário Nogueira.

No final, haverá "uma grande iniciativa" a nível nacional para fazer avançar a proposta que resultar deste processo e que será entregue aos partidos políticos e ao ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, com o qual a Fenprof quer debater o tema.

"Uma boa gestão não é possível de compaginar com mega agrupamentos", insistiu Mário Nogueira, para quem a rede escolar deve ser reequacionada: "Os mega agrupamentos devem ser desagregados".

Lusa

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