sicnot

Perfil

País

Avaliação deficiente da posição do navio devido ao nevoeiro na origem de acidente no Terreiro do Paço

O catamarã "Antero de Quental" numa foto registada em 2012 e publicada na internet por Luís Miguel Correia.

Luís Miguel Correia

Uma "avaliação deficiente da posição do navio face ao pontão", devido à falta de visibilidade, esteve na origem do acidente com um catamarã em Lisboa, a 25 de janeiro, que provocou 34 feridos, foi anunciado esta quinta-feira.

"Do apuramento inicial das causas e responsabilidades relacionadas com a ocorrência resulta ter havido uma avaliação deficiente da posição do navio face ao pontão, causada pela visibilidade quase inexistente, devido ao nevoeiro cerrado, bem como pela insuficiente avaliação da velocidade de aproximação", refere o grupo Transtejo, em comunicado, depois de o Conselho de Administração ter analisado o Relatório Preliminar do acidente.

O catamarã "Antero de Quental" embateu no dia 25 de janeiro na doca da Marinha, Terreiro do Paço, proveniente do Barreiro, e, na sequência desse embate, alguns passageiros que já se tinham levantado para desembarcar foram projetados e ficaram feridos.

O balanço das vítimas foi de 34 feridos ligeiros (32 mulheres e dois homens), de um total de 561 passageiros.

"A tripulação era qualificada para operar a embarcação, sem quaisquer limitações. A embarcação "Antero de Quental" possuía toda a sua documentação em dia, dispondo de Certificado de Navegabilidade válido e cumpria o programa de manutenção definido, não se tendo observado qualquer código de alarme ou falha técnica que pudesse interferir com a manobra de atracação no momento da ocorrência", acrescenta a empresa.

O grupo Transtejo, que engloba as empresas Transtejo e Soflusa, responsáveis pelas ligações fluviais no rio Tejo, refere ainda que vai adotar medidas para reforçar a sinalética a informar sobre a necessidade de, por motivos de segurança, os passageiros "permanecerem sentados durante a viagem, especialmente durante o período de atracação".

Lusa

  • Descobertos fósseis que podem provar existência de vida em Marte

    Mundo

    Fósseis com 3,77 mil milhões de anos, dos mais antigos já descobertos, foram identificados por cientistas de vários países na província do Quebec, no leste do Canadá. As descobertas coincidem no tempo com a altura em que Marte e a Terra tinham água líquida à superfície, o que levanta questões sobre a hipótese de vida extraterrestre.

  • As polémicas declarações de João Braga sobre os Óscares

    País

    A Associação SOS Racismo reagiu esta quarta-feira às palavras do fadista João Braga na sua página no Facebook, sobre a cerimónia de entrega dos Óscares, e disse esperar que a Comissão para a Igualdade e Contra a Discriminação Racial atue de forma exemplar face.

  • "Apelamos ao debate e somos criticados? Então m...."
    0:52
  • Oprah admite candidatar-se à Presidência dos EUA

    Mundo

    A apresentadora norte-americana Oprah Winfrey admitiu, numa entrevista, que a vitória de Donald Trump nas eleições presidenciais de novembro a fez considerar a possibilidade de entrar na corrida à Casa Branca.

  • Temperaturas recorde no "último lugar da Terra"

    Mundo

    A Organização Meteorológica Mundial (OMM) anunciou esta quarta-feira que se registaram nos últimos 37 anos temperaturas altas recorde na Antártida, num local que foi descrito como "o último lugar da Terra".