sicnot

Perfil

País

Estudante volta a julgamento por homicídio já confessado por outro homem

Joane, Vila Nova de Famalicão (Google Maps)

O julgamento do estudante condenado pelo alegado homicídio da tia em Joane, Famalicão, vai ser repetido, mas desta vez no banco dos réus vão sentar-se mais dois arguidos, um dos quais já assumiu a autoria do crime.

A informação foi avançada à agência Lusa por Paulo Gomes, advogado do estudante, que hoje foi notificado da decisão do Tribunal da Relação de Guimarães de julgar os três arguidos pelo mesmo crime, mas com acusações diferentes em termos de circunstâncias e, até, de motivação.

"O que eu achava correto é que se desistisse de vez da acusação contra o Armindo, mas, uma vez que a decisão foi esta, que se resolva isto tudo de uma vez por todas, para que ele possa continuar a sua vida em paz e livre deste castigo", referiu o causídico.

Em novembro de 2013, o Tribunal Judicial de Famalicão condenou o estudante Armindo Castro a 20 anos de prisão, pelo alegado homicídio da tia, de 73 anos, ocorrido em março de 2012.Posteriormente, a Relação baixou a pena para 12 anos, imputando ao arguido o crime de ofensa à integridade física qualificada, agravado pelo resultado morte.

No entanto, a 28 de outubro de 2014 um outro homem entregou-se à GNR, em Guimarães, confessando a autoria daquele crime, em conjunto com a companheira.O sobrinho da vítima esteve preso dois anos e meio, vindo a ser libertado em dezembro de 2014, na sequência daquela confissão.

Lusa

  • Marcelo não comenta proposta sobre nomeação do governador do BdP
    0:14

    Economia

    Marcelo Rebelo de Sousa não quis comentar a proposta do grupo de trabalho para a reforma da supervisão financeira, que recomenda que o governador do Banco de Portugal seja nomeado pelo Presidente da República. Marcelo não quis comentar o assunto esta quarta-feira durante a tomada de posse do Reitor da Universidade de Lisboa.

  • Habitantes da favela da Rocinha temem novo episódio violento
    2:54

    Mundo

    Localizada no Rio de Janeiro, a Rocinha, maior favela do Brasil, foi palco de um tiroteio entre traficantes, no último fim de semana. Agora, pelo terceiro dia consecutivo, a polícia do Rio de Janeiro está a fazer um cerco em algumas favelas cariocas à procura de traficantes. A comunidade está assustada e receia que episódios violentos como este se repitam.