sicnot

Perfil

País

BE apela à "consciência cívica" dos deputados para despenalizar eutanásia

(Arquivo)

MANUEL DE ALMEIDA

O Bloco de Esquerda (BE) apelou esta quarta-feira , no parlamento, "à consciência cívica e democrática" de "todos os deputados" para vencerem "fronteiras partidárias" e mudarem a lei para despenalizar a morte assistida em Portugal.

O apelo foi feito pelo deputado bloquista José Manuel Pureza, no colóquio de apresentação do anteprojeto de lei com que o BE quer abrir o debate para chegar a um articulado. O texto, hoje apresentado, admite as duas formas de morte assistida - eutanásia e suicídio medicamente assistido - a pedido do doente e exclui essa possibilidade para menores e pessoas com deficiência.

Na sala onde o BE apresentou o seu anteprojeto estiveram deputados do PS, como Isabel Moreira, Alexandre Quintanilha e Pedro Bacelar, mas também Francisco George, diretor-geral da Saúde.

O BE, disse José Manuel Pureza, não se compromete com um prazo para a apresentação de um texto final, porque este é um projeto que "não está fechado", estando aberto a contributos "Convocamos para este debate cívico e democrático todos os deputados.

Porque no momento de decidir vai ser a consciência cívica e democrática de cada um que vai imperar", disse. Para José Manuel Pureza, este "é um debate que vence todas as fronteiras, que vence todas as barreira democrática, incluindo as partidárias".

Os bloquistas não se comprometem com um prazo curto para a apresentação de um texto, admitindo apenas que será entregue e agendado um texto até ao final da legislatura (2019).

José Manuel Pureza recusou, igualmente, que o debate em torno da morte assistida se transforme numa discussão entre crentes e não crentes ou que o calendário da iniciativa seja associado à visita do papa Francisco, em maio, a Fátima.

"Mal andaríamos se, num Estado democrático, pluralista, a capacidade legislativa ficasse refém de qualquer acontecimento, por mais respeitável que seja, ligado a uma qualquer confissão religiosa", afirmou.

Na plateia do colóquio, em que também participou o ex-deputado bloquista e médico João Semedo, um dos dinamizadores do projeto, estiveram o antigo líder Francisco Louçã, um militar de Abril, Pezarat Correia e André Silva, deputado do PAN (Partidos e Animais), que também anunciou uma iniciativa neste tema.

Lusa

  • O encontro emocionado de Marcelo com a mãe de uma das vítimas dos fogos
    0:30
  • Proteção Civil garante que já não há desaparecidos
    1:40
  • "Depois de sair da autoestrada o vidro do carro ainda estava a ferver"
    2:01
  • "O fogo chegou de repente. Foi um demónio"
    2:15
  • O desabafo de um empresário que perdeu "uma vida inteira de trabalho" no fogo
    2:08
  • O testemunho emocionado de quem perdeu quase tudo
    2:10
  • As comunicações entre operacionais no combate às chamas em Viseu
    2:27
  • Houve "erros defensivos que normalmente a equipa não comete"
    0:38

    Desporto

    No final do jogo, quando questionado sobre a ausência de Casillas no onze do FC Porto, Sérgio Conceição referiu que a equipa apresentada era aquela que lhe oferecia garantias. Quanto ao jogo, o treinador portista reconheceu que a equipa cometeu vários erros defensivos.

  • "Cometemos erros e há que tentar corrigi-los"
    0:41

    Desporto

    No final do jogo em Leipzig, Iván Marcano desvalorizou a ausência de Iker Casillas e entendeu que o facto de o guarda-redes ter ficado no banco não teve impacto na equipa. Já sobre o jogo, o central espanhol garantiu que não correu da forma como os jogadores esperavam.

  • Norte-americana foi à discoteca e tornou-se princesa

    Mundo

    A história de Ariana Austin é quase como um conto de fadas moderno. A jovem vai até ao baile, onde conhece o seu príncipe. Só que a norte-americana foi a uma discoteca e, na altura, não sabia que Joel Makonnen era na verdade um príncipe da Etiópia e que casaria com ele 12 anos depois, tornando-se também ela numa princesa.