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Cristas acusa Governo de centrar discurso nas metas do défice

Presidente do CDS-PP, Assunção Cristas

Jo\303\243o Relvas

A líder dos centristas, Assunção Cristas, acusa o Governo liderado por António Costa de centrar o discurso nas metas do défice e garante que o Conselho de Ministros do Executivo PSD-CDS nunca foi envolvido nas questões da banca. Declarações proferidas em entrevista ao jornal Público.

A antiga ministra da Agricultura e do Mar alega que o atual Governo está a usar os mesmos instrumentos que Pedro Passos Coelho usou para cumprir as imposições da União Europeia.

Na entrevista que hoje faz capa do Público, a candidata a Lisboa acusa o Executivo de fugir ao que prometeu no programa eleitoral e diz que, independentemente da devolução de rendimentos às famílias, não acredita numa diminuição significativa da carga fiscal.

Na mesma entrevista, Cristas volta a sair em defesa de Paulo Núncio, a propósito da polémica das transferências para contas offshores.

Já em relação ao setor financeiro, a centrista defende que a banca é um assunto do Banco de Portugal e que o CDS resistiu à recondução do governador Carlos Costa. Além disso, Cristas garante que o colapso do BES nunca foi discutido com profundidade nas reuniões do conselho de ministros.

Na entrevista ao Público, a antiga ministra da Agricultura e do Mar alega que o atual governo está a usar os mesmos instrumentos que Pedro Passos Coelho usou para cumprir as imposições da União Europeia.

A candidata a Lisboa acusa o Executivo de fugir ao que prometeu no programa eleitoral e diz que, independentemente da devolução de rendimentos às famílias, não acredita numa diminuição significativa da carga fiscal.

Na mesma entrevista, Cristas volta a sair em defesa de Paulo Núncio, a propósito da polémica das transferências para contas offshores. Já em relação ao setor financeiro, a centrista defende que a banca é um assunto do Banco de Portugal e que o CDS resistiu à recondução do governador Carlos Costa.

Além disso, Assunção Cristas garante que o colapso do BES nunca foi discutido com profundidade nas reuniões do Conselho de Ministros.

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