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Incêndio no Gerês continua sem dar tréguas

O combate ao incêndio que se regista desde as 22h00 de quarta-feira na Peneda Gerês mobilizava ao início da tarde desta quinta-feira 60 operacionais, mais 40 que os que se encontravam no terreno pelas 9h00, disse à Lusa fonte da Proteção Civil.

De acordo com a fonte do Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Viana do Castelo "o helicóptero pesado acionado cerca das 08h30 teve que desmobilizar por falta de condições de segurança para operar devido ao vento forte que se faz sentir naquela zona".

Mas, de acordo com a mesma fonte, aquele meio aéreo "voltou a ser acionado às 12h00 por estarem reunidas as condições para auxiliar no combate às chamas que mantêm três frentes ativas".

Segundo o CDOS de Viana do Castelo "a frente de fogo que mais preocupa é que está virada ao lugar de Lourido, na freguesia de Entre Ambos-os-Rios, pela proximidade de habitações".

Anteriormente à Lusa, o responsável da proteção civil de Ponte da Barca, Inocêncio Araújo referiu que o vento "muito forte", os "declives acentuados" e os "difíceis acessos" estava, a dificultar o combate ao incêndio.

Segundo aquele responsável "as três frentes estão viradas às povoações de Ermida, Germil/Lourido e Sobredo", todas na área do Parque Nacional da Peneda Gerês (PNPG).

"O vento é muito forte e as chamas atingiram uma extensão enorme. Com o calor previsto para a tarde e se não forem reforçados os meios, sobretudo aéreos, para atacar e estancar as chamas vão propagar-se montanha acima e podem aproximar-se das povoações", referiu.

Segundo Inocêncio Araújo o incêndio deflagrou cerca das 22h00 de quarta-feira no lugar de Lourido, freguesia de Entre Ambos-os-Rios, naquele concelho do distrito de Viana do Castelo. "Para já lavrou em zona de pinhal que até tinha sido recentemente limpa. Para já não houve habitações ameaçadas", disse.

Na quarta-feira, a Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC) informou que as regiões Norte e Centro vão registar esta quinta-feira índices "elevados a muito elevados" de risco de incêndio.

De acordo com a informação da ANPC "destaca-se para os próximos dias a existência de um cenário desfavorável em termos de incêndios florestais", assente em temperaturas máximas que podem atingir valores entre os 28 e os 30 graus na generalidade do território, "situação que poderá manter-se nos próximos três dias".

Lusa

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