sicnot

Perfil

País

Legislativas e europeias na mesma data "é um não cenário"

TIAGO PETINGA

O Presidente da República considerou esta quinta-feira que a realização de eleições legislativas e europeias na mesma data "é um não cenário" neste momento, porque exige uma concordância de todos os partidos que "não parece plausível".

"Houve no passado casos muito raros de coincidência, mas isso só seria possível, em tese, com a concordância de todos os partidos, o que não parece plausível", declarou Marcelo Rebelo de Sousa, concluindo: "Portanto, é um não cenário. Hoje é um não cenário".

O chefe de Estado falava no final de uma iniciativa na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, depois de questionado se entende que deveria haver eleições legislativas e europeias na mesma data.

Marcelo Rebelo de Sousa não respondeu diretamente à questão, que disse ser "prematura", tendo em conta a distância desses dois atos eleitorais, previstos para 2019: "Teremos ainda autárquicas, e depois se verá".

"Ninguém sabe quando serão as europeias, se serão em junho como é tradicional, ou se serão ligeiramente antecipadas por causa da conclusão das negociações do 'Brexit'", referiu.

Em seguida, o Presidente salientou que a realização de eleições conjuntas implicaria o acordo de todos os partidos, e concluiu que neste momento isso "é um não cenário".

Lusa

  • Mação volta a enfrentar dias de pânico
    3:33
  • Cenário mais estável no Sardoal
    0:55

    País

    O presidente da Câmara do Sardoal, Miguel Borges, disse esta manhã que a situação está mais calma. No entanto, o autarca pede que não se desmobilizem os meios porque a situação pode mudar de forma imprevisivel. Miguel Borges alertou ainda para o cansaço dos bombeiros e agentes da Proteção Civil.

  • Detida no Brasil portuguesa acusada de várias burlas nos últimos 20 anos
    3:04

    Mundo

    A Polícia do Rio de Janeiro deteve uma portuguesa acusada de várias burlas nos últimos 20 anos. Ana Resende fazia-se passar por funcionária do consulado e prometia vistos e outros documentos para tirar dinheiro das vítimas. Esta é a terceira vez que a polícia brasileira detém a portuguesa por acusações de burla.