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Mais de 140 homens combatem quatro fogos, o maior em Leiria

Mais de 140 bombeiros combatem as chamas dos quatro incêndios que estão ainda em curso em Portugal continental, o maior dos quais em Alcobaça (Leiria), segundo a Proteção Civil.

Os dados disponíveis pelas 7:30 no site da Autoridade Nacional da Proteção Civil (ANPC) indicam que estão "em curso" incêndios nos concelhos Alcobaça (Leiria), Vila Verde e Terras de Bouro (Braga) e Ponte da Barca (Viana do Castelo), envolvendo um total de 148 homens, apoiados por 48 veículos.


O maior dos incêndios é o de Leiria, que lavra na freguesia de Pataias e Martingaça e mobiliza 76 homens, apoiados por 25 viaturas.


Já em Viana do Castelo, no concelho de Ponte da Barca, freguesia de Entre Ambos-os-Rios, Ermida e Germil lavra um fogo que pelas 07:30 era combatido por 29 homens, apoiados por oito veículos.


Em Terras de Bouro (Braga), na freguesia de Rio Caldo as chamas mobilizavam ao final da noite de quinta-feira 25 homens e sete veículos.


O fogo que lavra em Vila Verde (Braga), na freguesia de Sande, Vilarinho, Barros e Gomide está a ser combatido por 18 homens, apoiados por oito veículos.


O incêndio que deflagrou na quarta-feira à noite numa área do Parque Nacional Peneda Gerês (PNPG), em Ponte da Barca, entrou em fase de rescaldo na quinta-feira à noite.


No aviso à população emitido na quarta-feira e que vigora até sábado, a Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC) lembra que a lei proíbe queimadas e refere as previsões do Instituto Português do Mar e da Atmosfera que apontam para temperaturas entre os 28 e os 30 graus na generalidade do território e vento moderado a forte, com rajadas até 70 quilómetros por hora nas terras altas.


A Proteção Civil recordou ainda que em situações de risco de incêndio superior ao nível muito elevado não é permitido fogueiras, queimar matos ou fumar em espaços florestais, sublinhado ainda alguns cuidados a ter nos trabalhos agrícolas e florestais, designadamente com o perigo de faíscas durante o manuseamento de máquinas.


"A ANPC recomenda ainda a adequação dos comportamentos e atitudes face à situação de perigo de incêndio florestal, nomeadamente com a adoção das necessárias medidas de prevenção e precaução, observando as proibições em vigor e tomando especial atenção à evolução do perigo de incêndio para os próximos dias", indica o comunicado da Proteção Civil.

Lusa

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