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Último batalhão português na missão da NATO no Kosovo regressa amanhã a Lisboa

Os militares que integraram o último batalhão português empenhado na missão da NATO no Kosovo (KFOR) regressam na quinta-feira a Lisboa, sendo esperados cerca das 15h00 no aeroporto militar de Figo Maduro, Lisboa.

A Força Nacional Destacada terminou a sua missão a 28 de abril no aquartelamento de "Slim Lines", nos arredores de Pristina, Kosovo, e contou com um efetivo de 181 militares, dos quais 167 chegam na quinta-feira a Lisboa num voo da NATO e serão recebidos pelo ministro da Defesa Nacional, Azeredo Lopes.

Comandado pelo tenente-coronel António Cardoso, o 1.º Batalhão de Infantaria Mecanizado de Rodas, da Brigada de Intervenção sediada em Vila Real, atuou como força de reserva da KFOR em todo o território do Kosovo.

Questionado pela Lusa, o ministro da Defesa Nacional, Azeredo Lopes, justificou hoje a decisão afirmando que as "condições estratégicas e operacionais que ditaram o envio da força portuguesa se alteraram, nomeadamente as condições de segurança e estabilidade no território, hoje francamente mais favoráveis ao normal desenvolvimento do Kosovo".

A proposta do Governo para o fim da participação portuguesa na missão da NATO no Kosovo, depois de 18 anos, teve parecer favorável do Conselho Superior de Defesa Nacional em outubro passado.

Esta decisão mereceu a oposição do PSD que considera que ficam prejudicados os interesses nacionais na NATO, organização da qual Portugal foi país fundador.

Recentemente, o Comandante das Forças Terrestres, general Faria Menezes, também criticou a decisão afirmando que "terá necessariamente consequências e sequelas conforme parecer militar, mais uma vez registado mas não seguido".

O comentário do general foi publicado na página da publicação especializada em Defesa e Forças Armadas "Operacional".

Lusa

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