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Marcelo reforça críticas à falta de consenso para candidatura à Agência Europeia do Medicamento

Marcelo reforça críticas à falta de consenso para candidatura à Agência Europeia do Medicamento

O Presidente da República voltou hoje a criticar a falta de consenso à volta da candidatura portuguesa à Agência Europeia do Medicamento. Mesmo sendo defensor da descentralização, Marcelo Rebelo de Sousa avisa que toda a discussão à volta da candidatura de Lisboa pode tornar impossível aquilo que já é difícil.

  • "Não houve um caderno de encargos"
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    Rui Moreira garante que se houver resposta positiva de António Costa, tudo fará para apresentar uma candidatura do Porto para receber a sede da Agência Europeia do Medicamento. Rui Moreira reagiu ainda às palavras de Marcelo Rebelo de Sousa, que defendeu que esta discussão devia ter acontecido antes da candidatura.

  • Ministro da Saúde acusado de provincianismo
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    O ministro da Saúde foi confrontado, esta quarta-feira, no Parlamento, com críticas à redução das contratações no setor e à escolha de Lisboa para acolher a Agência Europeia do Medicamento. Adalberto campos Fernandes respondeu aos que o acusam de estar a implementar "medidas austeritárias" no Serviço Nacional de Saúde, com a garantia de que a tutela está atenta às possíveis consequências.

  • "Estamos longe de ter condições para tantos adversários"
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    Marcelo Rebelo de Sousa arrefeceu a polémica em torno da Agência Europeia do Medicamento, numa altura em que várias cidades portuguesas contestam a decisão do Governo de candidatar Lisboa. Em visita à Feira do Livro de Lisboa, o Presidente da República disse que toda esta situação devia ter acontecido antes do Governo ter formalizado a canditura e acrescenta ainda que estamos longe de ter condições para tantos "adversários e concorrentes". 

  • O que vai mudar nos recibos verdes
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    Os trabalhadores independentes vão descontar menos para a Segurança Social já no próximo ano. A taxa vai descer dos 29,6% por cento para os 21,4%. A descida será compensada por um aumento das contribuições pagas pelos patrões. Há também alterações em caso de desemprego e o subsídio de doença passa a ser pago ao fim de 10 dias em vez de 31.

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