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Conselho Superior de Defesa analisou "situação política" em torno das Forças Armadas

Conselho Superior de Defesa analisou "situação política" em torno das Forças Armadas

Terminou ao início da tarde a reunião do Conselho Superior de Defesa. No comunicado final não foi feita qualquer referência ao roubo de armas militares em Tancos.

O Conselho Superior de Defesa Nacional analisou hoje "recentes dados da situação política atinentes às Forças Armadas" e realçou o papel dos militares no apoio à tragédia dos incêndios de Pedrógão Grande.

"No final, o Conselho teve ainda oportunidade de analisar recentes dados da situação política atinentes às Forças Armadas", referiu o chefe da Casa Militar do Presidente da República, general João Cordeiro, numa declaração aos jornalistas no Palácio de Belém.

A reunião ordinária do CSDN terminou minutos depois das 13:00, ao fim de três horas, e contou com a participação de todos os membros deste órgão de consulta do Presidente da República em matéria de Defesa, à exceção dos presidentes dos governos regionais dos Açores e da Madeira.

Segundo o general João Cordeiro, o CSDN exprimiu um voto de pesar pelas "vítimas da tragédia de Pedrógão Grande" e realçou "a importância do notável papel de apoio prontamente prestado pelas Forças Armadas na sua relevante missão de serviço público".

O comunicado foi lido pelo chefe da Casa Militar do Presidente da República, general João Cordeiro, que assegura transitoriamente as funções de secretário do Conselho Superior de Defesa Nacional, após a exoneração, no passado dia 11, do tenente-general José Antunes Calçada.

Com Lusa

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