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"O DGS não se pronuncia sobre eutanásia. O Francisco George gostaria que precipitassem o final da vida"

"O DGS não se pronuncia sobre eutanásia. O Francisco George gostaria que precipitassem o final da vida"

Francisco George diz que tem duas posições: uma enquanto diretor-geral da Saúde, outra no plano pessoal. A cerca de um mês de acabar a sua carreira de 44 anos na administração pública, Francisco George admite que, no fim da sua vida, gostaria de evitar sofrimentos exacerbados e situações de grande dependência, optando antes por pedir que lhe fosse acelerado o final da vida.

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    Portugal é o país europeu com menos abortos por cada 1.000 nascimentos. Os números têm vindo a cair na última década, desde a entrada em vigor da lei da interrupção voluntária da gravidez e, para o diretor-geral da Saúde, Francisco George, provam o sucesso da medida que preveniu uma série de complicações graves para as mulheres. Em entrevista à agência Lusa, Francisco George admitiu ainda que, no início, ainda havia ativistas em protesto contra a lei, mas as estatísticas ajudaram a dissipar as dúvidas.

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    O Bloco de Esquerda apresentou um anteprojeto para a legalização da eutanásia. O documento prevê que a antecipação da morte só possa avançar com um parecer obrigatório de dois médicos. O deputado José Manuel Pureza, explicou na Edição da Noite os detalhes da proposta do Bloco de Esquerda. O partido não tem pressa e admite uma lei definitiva apenas no fim da legislatura.

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