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Lisboa está entre as cidades europeias com mais ecstasy nas águas residuais

Paulo Santos

Os dados de um estudo realizado pelo Observatório Europeu da Droga e Toxicodependência a 56 cidades europeias revelam que Lisboa foi a nona cidade com mais ecstasy nas águas residuais em 2017. Entre 2016 e 2017 a quantidade desta substância aumentou mais de 42%.

O estudo, avançado pelo jornal Expresso, analisou três cidades portuguesas. Porto, Lisboa e Almada foram as localidades escolhidas para a recolha das amostras que foram alvo de análise laboratorial.

Álvaro Lopes, investigador, afirma que esta subida pode ter três razões: maior uso das drogas, consumo em maior quantidade e um grau de pureza maior.

Já o presidente do Serviço de Intervenção nos Comportamentos Aditivos considera que o aumento pode ser traduzido pelo facto de as amostras terem sido recolhidas nas ETAR Alcântara, que é uma zona de divertimento noturno.

Apesar de Lisboa revelar mais quantidade de drogas nas águas residuais, Almada é a cidade portuguesa que regista um maior aumento dos níveis.

Além do ecstasy foi também registado um aumento do consumo de cocaína.

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