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SEGUNDA A SEXTA 16:25

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Drama alemão sobre a Segunda Guerra Mundial

CARTAZ CINEMA

Drama alemão sobre a Segunda Guerra Mundial

“Phoenix”, produção alemã assinada por Christian Petzold, é mais uma viagem dramática às memórias da Segunda Guerra Mundial. João Lopes comenta as principais estreias da semana, destacando ainda o lançamento em DVD da fábula digital “Uma História de Amor”, de Spike Jonze.

Os temas da Segunda Guerra Mundial continuam a surgir em produções cinematográficas das mais variadas origens. Desta vez, estreiam em simultâneo dois títulos alemães que lidam com os tempos posteriores à guerra. “Phoenix”, de Christian Petzold, protagonizado pela notável Nina Hoss, é o retrato perturbante de uma mulher desfigurada pela guerra — faz uma operação ao rosto, de tal modo que nem o próprio marido a reconhece. “Labirinto de Mentiras”, de Giullio Ricciarelli, situa-se no final da década de 50 e narra a odisseia legal e moral de um procurador de justiça empenhado em julgar os responsáveis pelos crimes cometidos no campo de concentração de Auschwitz.

“Outubro Novembro”, de Götz Spielmann, é um exemplo raro da produção austríaca a estrear nas salas do nosso país: um retrato íntimo da relação de duas irmãs que mal se conhecem, voltando a reunir-se devido à grave situação de saúde do pai.

O italiano Gabriele Salvatores regressa com “O Rapaz Invisível”, a história de um jovem fascinado pelos super-heróis — até que compra um fato de super-herói, precisamente, que lhe confere o poder da invisibilidade...

 David O. Russell, o cineasta de “Golpada Americana”, está também de volta com “Amor Acidental”, uma comédia que ficou marcada por muitos problemas de produção. E de tal modo que Russell só aceitou assinar os resultados finais com o pseudónimo de Stephen Greene.

 Na área do DVD, já podemos ver ou rever um dos grandes filmes de 2013: “Uma História de Amor”, de Spike Jonze, acompanha a odisseia de um homem (Joaquin Phoenix) que se apaixona pela voz (Scarlett Johansson) do seu próprio computador — é uma fábula futurista que, afinal, nos remete para formas de vida do nosso presente.

 * Banda sonora: “Wyatt Earp” (1994), de Lawrence Kasdan > “Down By the River”, James Newton Howard

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