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Cartaz

SEGUNDA A SEXTA 16:25

Cartaz

Um retrato íntimo do jornalismo

CARTAZ CINEMA

Um retrato íntimo do jornalismo

“O Caso Spotlight” retrata a investigação dos jornalistas de The Boston Globe que levou à revelação de um caso que abalou a sociedade americana. João Lopes comenta as principais novidades da semana, incluindo dois filmes portugueses: “Quatro”, de João Botelho, e “Jogo de Damas”, de Patrícia Sequeira.

Foi em 2001 que um grupo de jornalistas americanos começou a investigar indícios de abusos sexuais contra crianças, perpetrados por membros da Igreja Católica. Em 2003, o grupo foi distinguido com um Prémio Pulitzer e, agora, Tom McCarthy propõe uma visão íntima dessa investigação, com um elenco que inclui, entre outros, Michael Keaton, Mark Ruffalo e Rachel MacAdams — é um dos títulos mais bem colocados na corrida para os Oscars.

João Botelho propõe um retrato do trabalho de quatro artistas portugueses através de uma sugestiva ligação entre as suas obras e os elementos naturais: “Quatro” é um filme que desafia as fronteiras tradicionais entre documentário e ficção.

Patrícia Sequeira acompanha um dia e uma noite de cinco mulheres que tentam superar a tristeza pela perda da sua melhor amiga — uma história de pessoalíssimas emoções, com Fátima Belo, Rita Blanco, Maria João Luís, Ana Nave e Ana Padrão.

“13 Horas”, de Michael Bay, evoca o ataque às instalações diplomáticas dos EUA, em Benghazi, no Líbano, um ano depois dos atentados contra as Torres Gémeas, em Nova Iorque — baseado no livro de investigação de Mitchel Zuckoff.

No DVD, o destaque vai para um clássico francês que retrata a vida atribulada do pintor Amedeo Modigliani: “O Vagabundo de

Montparnasse” (1958) foi o derradeiro trabalho de Max Ophüls que, no entanto, só seria concluído por Jacques Becker.

* Banda sonora: “Anomalisa” (2015), de Charlie Kaufman e Duke Johnson

> “Lisa in His Room”, Carter Burwell

  • As mulheres na clandestinidade durante o Estado Novo
    7:32

    País

    Não se sabe quantas mulheres portuguesas viveram na clandestinidade durante o Estado Novo, mas estiveram sempre lado a lado com os homens que trabalhavam para o Partido Comunista na luta contra a ditadura. Aceitavam serem separadas dos filhos e mudarem de identidade várias vezes ao longo dos anos. A história de algumas destas mulheres estão agora reunidas num livro que acaba de ser lançado.