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E se fosse consigo?

Homofobia é o tema do próximo "E se fosse consigo?"

Homofobia é o tema do próximo "E se fosse consigo?"

"E se fosse consigo?" regressa na próxima segunda-feira. Desta vez o programa vai falar sobre homofobia e já há debate nas redes sociais.

  • Próximo programa é sobre a homofobia
    0:42

    Homofobia

    Na próxima segunda-feira o programa da SIC "E Se Fosse Consigo?" vai abordar a homofobia. Será que os portugueses estão dispostos a intervir ao verem casal homossexual a ser ofendido em público?

  • AMPLOS ajuda pais a lidarem com orientação sexual dos filhos
    2:43

    E se fosse consigo?

    No próximo programa "E se fosse consigo?" vai ser abordada a homofobia. Até que ponto a sociedade portuguesa respeita a orientação sexual de cada um? Até que ponto alguém está disposto a intervir quando vê um casal homossexual a ser insultado e ofendido em público? Ontem estreou na SIC a campanha da AMPLOS, que serve para combater o preconceito relativo à orientação sexual e à identidade de género. A Associação de Mães e Pais pela Liberdade de Orientação Sexual pretende chegar ao maior número de famílias possível. A rejeição por parte dos pais pode trazer consequências trágicas na vida dos filhos e esse é o alerta da campanha.

  • Campanha da AMPLOS quer combater o preconceito
    3:47

    E se fosse consigo?

    O próximo programa "E se fosse consigo?" vai abordar a homofobia. Para combater o preconceito relativo à orientação sexual e à identidade de género, a SIC estreou a campanha da AMPLOS. A Associação de Mães e Pais pela Liberdade de Orientação Sexual ajuda os pais a lidarem com a orientação sexual dos filhos. Susana e Marta são mãe e filha e são as protagonistas do "Isto é o que parece. Isto é amor", o título da campanha da associação.

  • Pedrógão e o Governo das culpas dos outros

    Opinião

    Depois das revelações do ‘Expresso’ e do ‘i’, o primeiro-ministro e os ministros saíram à rua com uma estratégia muito bem definida: desmentir a existência de listas secretas e centrar as atenções no Ministério Público. Ao mesmo tempo, nas redes sociais, está em curso (mais) uma campanha contra os jornalistas. Os anónimos, com cartão de militante, que escrevem nessas páginas acusam os jornais das “mais rebuscadas teorias da conspiração”. Nada de novo portanto.

    Bernardo Ferrão

  • "A verdadeira questão são as imagens com que abrimos o Jornal, é um país que está a arder"
    2:52

    Opinião

    A polémica em torno do número de vítimas da tragédia de Pedrógão Grande esteve em análise no Jornal da Noite. Miguel Sousa Tavares diz não compreender "que se faça disto uma questão política" e reitera que o foco deve centrar-se nas imagens de "um país que está a arder". O comentador SIC afirma ainda que "64 mortos num incêndio é um escândalo, um número absurdo".

    Miguel Sousa Tavares

  • "Hoje vi chover lume"
    3:57
  • Quase mil bombeiros combatem chamas na Sertã
    1:37

    País

    O incêndio que deflagrou no domingo, na Sertã, concelho de Castelo Branco, ainda não foi extinto. Perto de mil homens combatem as chamas no terreno, apoiados por 10 meios aéreos. O fogo tem frentes em Mação e Proença-a-Nova.

  • Proteção Civil acusada de gestão errática no incêndio de Mação
    1:26

    País

    O comandante dos Bombeiros de Constância e o vice-Presidente da Liga dos Bombeiros acusam a Proteção Civil de desviar meios do fogo de Mação, em Santarém, que eram essenciais para travar o incêndio. As chamas desceram da Sertã e acabaram por queimar uma casa de habitação.

  • Milhares de clientes da CGD vão pagar quase 5€/ mês por comissões de conta
    1:24
  • O apelo da adolescente arrependida de ir lutar pelo Daesh

    Daesh

    Uma adolescente alemã que desapareceu da casa dos pais, no estado da Saxónia, esteve entre os vários militantes do Daesh detidos este fim de semana na cidade iraquiana de Mossul. Arrependida do rumo que deu à sua vida, deixou um apelo emocionado em que expressa, repetidamente, a vontade de "fugir" e voltar para casa.

    SIC

  • Bebé Charlie Grad já não vai receber tratamento nos EUA

    Mundo

    A mãe de Charlie Grad disse esta segunda-feira que o bebé poderia ter vivido uma vida normal, caso tivesse começado a receber tratamento cedo. Já o pai admitiu que o filho não iria viver até ao primeiro aniversário. O bebé foi diagnosticado com uma doença rara e um hospital em Inglaterra pediu permissão para desligar a ventilação artificial e fornecer-lhe cuidados paliativos. O Tribunal Europeu dos Direitos Humanos aceitou e, até hoje, os pais travaram uma batalha na Justiça para suspender a decisão na esperança de irem tratar o filho nos Estados Unidos da América.