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E se fosse consigo?

A realidade da homossexualidade e parentalidade

A realidade da homossexualidade e parentalidade

Homossexualidade e Parentalidade é o tema do programa E Se Fosse Consigo?

  • Marta espera que seja uma questão de tempo até que as pessoas não estranhem famílias como a dela
    4:48

    E se fosse consigo?

    Quando em 2010 a lei que autoriza o casamento entre homossexuais foi aprovada, Marta e Mariana esperavam que fosse uma questão de tempo até que chegasse a possibilidade de adotar. Tal como noutras famílias, a lei que existia não tinha impedido que elas e outros casais de mulheres e de homens tivessem filhos. "O que existia era uma hipocrisia, estávamos a ser discriminados", diz Mariana. Marta continua a esperar que seja também uma questão de tempo até que as pessoas não estranhem famílias como a delas.

  • A lei mudou mas ainda é preciso mudar as mentalidades
    4:31

    E se fosse consigo?

    Para Paulo Côrte-Real, negar a uma criança o direito de reconhecer como pais ou como mães os dois membros dum casal homossexual era uma violência a que a alteração da lei da adoção pôs fim. O ativista LGBT tem consciência de que a lei mudou mas ainda é preciso mudar as mentalidades. Dar visibilidade às famílias de pais do mesmo sexo para combater o preconceito.

  • “Os vínculos não são feitos através do sangue, são feitos através das pessoas”
    6:31

    E se fosse consigo?

    Para a psicóloga Gabriela Moita, as ligações de sangue não estão à frente as ligações emocionais. “Os vínculos não são feitos através do sangue, são feitos através das pessoas” e a forma como se educam os filhos, como se criam, nada tem a ver com a orientação sexual dos pais. “As crianças precisam é de alguém que cuide bem delas, independentemente de quem lhes dê a educação, o afeto, a segurança”, diz.

  • Um é o pai legal, dois são “pais de coração”
    6:56

    E se fosse consigo?

    Jorge Cabral e Pedro Mata sempre quiseram ser pais. Juntos, “decidiram avançar”, ainda a lei não o permitia a casais homossexuais. Jorge ficou como pai legal, os dois passaram a ser “ser pais de coração”, não sem antes terem envolvido a família na decisão que lhes mudou a vida. Hoje, partilham o orgulho que têm no filho, que os “tornou mais felizes, mais autênticos”.

  • "A diferença não está na orientação sexual das pessoas que criam os filhos, está no caráter”
    6:51

    E se fosse consigo?

    Fabíola nunca desejou ter filhos. Ana sempre sonhou ser mãe. Quando se tornaram casal, pensaram adotar mas, como a lei ainda não o permitia, a opção foi a gravidez de Fabíola. Partilharam os receios e discutiram a responsabilidade com a família, com os amigos. Como é que uma criança filha de duas mães iria ser recebida na escola, no infantário? Como seria com os vizinhos? A vida foi dando as respostas. “Ser homossexual não torna ninguém melhor nem pior", diz Fabíola. "A diferença não está na orientação sexual das pessoas que criam os filhos, está no caráter”, acrescenta Ana.

  • "A família tradicional não existe"
    4:46

    E se fosse consigo?

    Para o pediatra Mário Cordeiro vivemos uma revolução social nas últimas décadas. Cada família organiza-se como acredita que vai funcionar melhor e todas são normais. "Anormais, é quando há pessoas narcisistas, quando há violência". Para as crianças é completamente indiferente a relação entre os pais, a vida conjugal só diz respeito a duas pessoas, sejam elas, pai e mãe, dois pais, ou duas mães. O pediatra não tem dúvidas de que o necessário é terem quem lhes dê amor, educação e limites.

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    É grega, chama-se Athanasia Athineau, tem 29 anos e pertence à unidade de forças especiais da Grécia. O salto que podemos ver é de 10 mil pés, mas Athanasia faz também saltos de 30 mil. Neste caso, caíu a uma velocidade de 250 quilómetros por hora antes de abrir o pára-quedas.

  • Talheres de Hitler vendidos por 14 mil euros

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    Um conjunto de duas facas, três colheres e três garfos de prata, que pertencia a Adolf Hitler, foi vendido em Dorset, Inglaterra, pelo valor de 12.500 libras (aproximadamente 14.200 euros). O serviço de talheres foi criado no âmbito das celebrações do 50.º aniversário do ditador nazi.

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