sicnot

Perfil

Eleições EUA

Hillary reúne-se pela primeira vez com os serviços de informações norte-americanos

A candidata presidencial democrata Hillary Clinton participou este sábado na sua primeira reunião com representantes dos serviços de informações norte-americanos sobre assuntos de segurança classificados, um privilégio reservado aos principais candidatos na corrida à Casa Branca.

A candidata do Partido Democrata foi sozinha ao 'briefing' que decorreu durante duas horas e 10 minutos, segundo a sua equipa de campanha, nas instalações da polícia federal norte-americana (FBI) em White Plains, perto da residência da ex-secretária de Estado em Chappaqua, no estado de Nova Iorque.

Estas sessões são organizadas pelo gabinete do diretor nacional de Informações (ODNI, na sigla em inglês) e não pelo FBI, que apenas disponibiliza salas com elevado nível de segurança.

O candidato presidencial do Partido Republicano, Donald Trump, participou numa reunião similar no passado dia 17 de agosto em Nova Iorque, na companhia do general aposentado Michael Flynn e do governador de New Jersey Chris Christie, dois dos seus principais apoiantes.

Estas reuniões são organizadas desde 1952, após uma decisão do Presidente Harry Truman (1945 -1953). As sessões visam preparar os candidatos presidenciais para o mais alto cargo da política norte-americana, através do fornecimento de informações sobre o estado das ameaças globais contra os Estados Unidos.

No entanto, estas reuniões não transmitem qualquer informação sobre as operações em curso dos serviços de informações e de espionagem norte-americanos.

Os democratas manifestaram a sua preocupação sobre o acesso de Donald Trump a informações consideradas como sensíveis.

O próprio Presidente Barack Obama advertiu a fação republicana sobre esta situação durante uma conferência de imprensa no início de agosto.

"Se [os candidatos] querem ser presidentes é preciso que se comportem como presidentes", declarou o chefe de Estado norte-americano.

"Isto significa assistir a estes 'briefings' sem revelar o seu conteúdo", reforçou Obama.

As eleições presidenciais nos Estados Unidos estão agendadas para 08 de novembro.

Lusa

  • Ronaldo terá colocado milhões de euros nas Ilhas Virgens britânicas
    4:15

    Desporto

    José Mourinho e Cristiano Ronaldo são apenas dois dos nomes da maior fuga de informação na história do desporto. A plataforma informática Football Leaks forneceu milhões de documentos à revista alemã Der Spiegel, entre os quais documentos que indicam que o capitão da seleção nacional terá colocado milhões de euros da publicidade nas Ilhas Virgens britânicas. Os dados foram analisados por um consórcio de 60 jornalistas, do qual o Expresso faz parte, numa investigação que pode ler este sábado no semanário.

  • Obama diz que Guterres "tem uma reputação extraordinária"
    1:38

    Mundo

    António Guterres diz que vai trabalhar com Barack Obama e também com Donald Trump, na reforma das Nações Unidas. O futuro secretário-geral da ONU foi recebido por Obama, na Casa Branca, onde recebeu vários elogios do presidente norte-americano.

  • Mãe do guarda-redes da Chapecoense comove o Brasil
    1:37
  • Dezenas de mortos em bombardeamentos do Daesh em Mossul

    Daesh

    Dezenas de civis, entre os quais várias crianças, morreram e outros ficaram feridos em ataques de morteiro efetuados pelo grupo extremista Daesh em Mossul, disse à agência Efe o vice-comandante das forças antiterroristas iraquianas.

  • Morreu o palhaço que fazia rir as crianças de Alepo

    Mundo

    Anas al-Basha, mais conhecido como o Palhaço de Alepo, morreu esta terça-feira durante um bombardeamento aéreo na zona dominada pelos rebeldes. O funcionário público mascarava-se de palhaço para ajudar a trazer algum conforto e alegria às crianças sírias, que vivem no meio de uma guerra civil.

  • Tribunal chinês iliba jovem executado há 21 anos

    Mundo

    Nie Shubin foi fuzilado em 1995, na altura com 20 anos, depois de ter sido condenado por violação e assassinato de uma mulher, na cidade de Shijiazhuang. Agora, a justiça chinesa vem dizer que, afinal, o jovem era inocente, uma vez que não foram encontradas provas suficientes para o condenar.