sicnot

Perfil

Era uma vez em África

Era uma vez em África

Era uma vez em África

São muitos os que nasceram e viveram nas antigas colónias portuguesas e que guardam memórias da vastidão e beleza de Angola, Moçambique, Guiné, Cabo Verde e São Tomé e Príncipe (territórios que, no seu conjunto, eram vinte vezes o tamanho de Portugal).Neste ano em que se assinalam os 40 anos da sua independência, abrimos o baú para uma série de quatro reportagens sobre memórias da era colonial que ficaram registadas em cartas, filmes, fotografias e livros.

Na reportagem de hoje, vamos descobrir uma série de cartas reveladoras da angústia que as famílias viviam por causa da guerra colonial onde combateram mais de um milhão de soldados portugueses. Ao longo dos 13 anos que durou a guerra, muitos rapazes escreviam ao ministro do Exército, pedindo para não serem mobilizados. Mas eram muitos mais os que se ofereciam para ir combater e"defender a Pátria". As cartas, escritas há 50 anos, foram descobertas pela SIC num arquivo e são uma revelação histórica inédita.

  • Governo prepara pacote de medidas para matas ardidas

    País

    O Governo vai preparar um pacote de medidas para as matas nacionais afetadas pelos incêndios, que passa pela elaboração de um relatório de ocorrências, por um programa de intervenção e pela aplicação da receita da madeira nessas matas.

  • "Viverei com o peso na consciência até ao último dia"
    3:00
  • Acabou o estado de graça

    Sá Carneiro dizia que qualquer Governo tem direito a um estado de graça de 100 dias. E que, depois disso, já não tem margem para deitar culpas ao Governo anterior. O discurso de Marcelo, no terreno, junto das vítimas, e não na torre de marfim de Belém, marca o tal "novo ciclo" que o Presidente há muito tinha anunciado, com data marcada: depois das autárquicas.

    Pedro Cruz

  • "O primeiro-ministro falhou em toda a linha"
    4:36

    Opinião

    Miguel Sousa Tavares não acredita que a ministra da Administração Interna se despediu: "ela foi demitida pela Presidente ontem à noite publicamente". No Jornal da Noite, esta quarta-feira, o comentador da SIC declarou que o primeiro-ministro "falhou em toda a linha" e questionou se António Costa tinha a "coragem política de fazer o que é preciso". Sobre os incêndios, Miguel Sousa Tavares disse ainda que o maior problema não era haver reacendimentos, mas sim "não serem logo apagados e propagarem-se".

    Miguel Sousa Tavares

  • 2017: o ano em que mais território português ardeu
    1:41
  • O balanço trágico dos incêndios do fim de semana
    0:51
  • A fotografia que está a correr (e a impressionar) o Mundo

    Mundo

    A fotografia de uma cadela a carregar, na boca, o cadáver calcinado da cria está a comover o mundo. Entre as muitas fotografias que mostram o cenário causado pelos incêndios que devastaram a Galiza nos últimos dias, esta está a causar especial impacto. O registo é do fotógrafo Salvador Sas, da agência EFE. A imagem pode impressionar os mais sensíveis.

  • "O povo exige um novo ciclo"
    1:10

    Tragédia em Pedrógão Grande

    A Associação de Vítimas do Incêndio de Pedrógão Grande exige que o primeiro-ministro faça um pedido de desculpas público às famílias das vítimas dos incêndios. A Presidente da Associação pede ainda a demissão do comando da Autoridade Nacional de Proteção Civil. Após a reunião desta quarta-feira com António Costa, Nádia Piazza anunciou que o Governo assume as mortes de junho passado e chegou a acordo com os familiares das vítimas.

  • Uso de véu que tape o rosto proibido em serviços públicos no Quebec, Canadá
    1:04
  • 60 milhões de crianças com menos de 5 anos vão morrer entre 2017 e 2030

    Mundo

    Cerca de 15 mil crianças com menos de 5 anos morreram em 2016 em todo o mundo, e 46% destas morreram nos primeiros 28 dias de vida, segundo um relatório divulgado na quarta-feira pela Unicef. Apesar de se ter registado uma descida da mortalidade nos primeiros cinco anos de vida, de 9,9 milhões de mortes em 2000 para 5,6 milhões em 2016, a proporção de recém-nascidos entre os falecidos aumentou de 41% para 46% neste período.