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Era uma vez em África

Os filmes censurados no Estado Novo

Era uma vez em África

Os filmes censurados no Estado Novo

Durante o Estado Novo, nenhum filme podia ser exibido no cinema, sem antes passar pelo crivo da censura. Três filmes sobre Angola e Moçambique acabaram por ser proibidos: um sobre cerimónias de iniciação sexual nas tribos angolanas, outro sobre a modernidade de Lourenço Marques e outro ainda que contava a história de uma violação numa quinta em Moçambique. Os filmes estiveram guardados durante 40 anos nos cofres da Cinemateca e nunca foram vistos pelo grande público.

  • Negócios do Fogo
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  • Direção da Raríssimas na Madeira demitiu-se em setembro
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    Três representantes da Raríssimas na ilha da Madeira demitiram-se, em setembro, de costas voltas para a direção. A delegação da instituição na ilha começou em 2015 e fechou com as três demissões. Em entrevista à SIC, uma das antigas delegadas afirmou que todos os fundos angariados foram para a sede, em Lisboa, ficando depois sem dinheiro para pagar as despesas.

  • Deputado do PSD recusa vice-presidência da Raríssimas
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    País

    Nas reações políticas ao caso da Raríssimas, o PSD e CDS dizem que é preciso acionar todos os mecanismos legais apropriados para averiguar a situação. O deputado social-democrata, Ricardo Baptista Leite, que tinha sido convidado recentemente para vice-presidente da instituição, diz que já não há condições para tomar posse.

  • Turistas aproveitam nevão na Serra da Estrela
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  • Fortes nevões no norte da Europa
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  • Dezenas de feridos em protestos contra decisão de Trump em Israel
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  • A brincadeira de um youtuber que podia ter acabado mal

    Mundo

    Um jovem youtuber inglês enfiou a cabeça num saco de plástico, prendeu-a na parte interna de um microondas e encheu depois o eletrodoméstico com cimento. A brincadeira, que podia ter acabado de forma trágica, deixou o jovem completamente preso e obrigou à intervenção dos serviços de emergência.

    SIC

  • "Popeye" russo pode ter que amputar braços

    Mundo

    Um jovem russo injetou um óleo no corpo para conseguir ter músculos, mais propriamente nos seus braços, que já cresceram cerca de 25 centímetros. Contudo, segundo um médico, o procedimento pode levar à necessidade de amputação, deixando o jovem sem os membros.