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Era uma vez em África

As fotos da guerra colonial

ERA UMA VEZ EM ÁFRICA

As fotos da guerra colonial

No terceiro episódio de "Era uma vez em África", um olhar diferente sobre a guerra colonial. Luís Corrêa de Sá, então um jovem alferes, levou uma máquina fotográfica para Angola e registou o dia a dia do seu batalhão: a vivência militar, os namoros com as angolanas, os banhos no rio e tudo o que pudesse afastar o medo e acalmar a saudade.

  • Era uma vez em África
    14:40

    Era uma vez em África

    São muitos os que nasceram e viveram nas antigas colónias portuguesas e que guardam memórias da vastidão e beleza de Angola, Moçambique, Guiné, Cabo Verde e São Tomé e Príncipe (territórios que, no seu conjunto, eram vinte vezes o tamanho de Portugal).Neste ano em que se assinalam os 40 anos da sua independência, abrimos o baú para uma série de quatro reportagens sobre memórias da era colonial que ficaram registadas em cartas, filmes, fotografias e livros.

  • Os filmes censurados no Estado Novo
    13:12

    Era uma vez em África

    Durante o Estado Novo, nenhum filme podia ser exibido no cinema, sem antes passar pelo crivo da censura. Três filmes sobre Angola e Moçambique acabaram por ser proibidos: um sobre cerimónias de iniciação sexual nas tribos angolanas, outro sobre a modernidade de Lourenço Marques e outro ainda que contava a história de uma violação numa quinta em Moçambique. Os filmes estiveram guardados durante 40 anos nos cofres da Cinemateca e nunca foram vistos pelo grande público.

  • Alianças do PS marcam discursos no Congresso do PS
    2:51
  • Souto de Moura feliz com distinção na Bienal de Arquitetura de Veneza
    1:10
  • "Sonho com um futuro melhor", o desejo de um jovem sírio em Portugal
    2:12

    País

    Mais de 50 jovens sírios chegaram esta madrugada a Lisboa, para iniciarem o novo ano letivo, em Portugal. Sonham com um futuro melhor. Sonham com uma educação melhor. Os 54 estudantes vieram ao abrigo do programa lançado pelo antigo Presidente da República, Jorge Sampaio, que nos últimos anos já deu uma nova oportunidade a cerca de 200 alunos. Depois de um curso intensivo de português durante três meses, os jovens vão iniciar o ano letivo em vários pontos do país.