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Era uma vez em África

As fotos da guerra colonial

ERA UMA VEZ EM ÁFRICA

As fotos da guerra colonial

No terceiro episódio de "Era uma vez em África", um olhar diferente sobre a guerra colonial. Luís Corrêa de Sá, então um jovem alferes, levou uma máquina fotográfica para Angola e registou o dia a dia do seu batalhão: a vivência militar, os namoros com as angolanas, os banhos no rio e tudo o que pudesse afastar o medo e acalmar a saudade.

  • Era uma vez em África
    14:40

    Era uma vez em África

    São muitos os que nasceram e viveram nas antigas colónias portuguesas e que guardam memórias da vastidão e beleza de Angola, Moçambique, Guiné, Cabo Verde e São Tomé e Príncipe (territórios que, no seu conjunto, eram vinte vezes o tamanho de Portugal).Neste ano em que se assinalam os 40 anos da sua independência, abrimos o baú para uma série de quatro reportagens sobre memórias da era colonial que ficaram registadas em cartas, filmes, fotografias e livros.

  • Os filmes censurados no Estado Novo
    13:12

    Era uma vez em África

    Durante o Estado Novo, nenhum filme podia ser exibido no cinema, sem antes passar pelo crivo da censura. Três filmes sobre Angola e Moçambique acabaram por ser proibidos: um sobre cerimónias de iniciação sexual nas tribos angolanas, outro sobre a modernidade de Lourenço Marques e outro ainda que contava a história de uma violação numa quinta em Moçambique. Os filmes estiveram guardados durante 40 anos nos cofres da Cinemateca e nunca foram vistos pelo grande público.

  • José Oliveira Costa, o rosto do buraco financeiro do BPN
    3:04

    País

    José Oliveira Costa foi o homem forte do BPN durante 10 anos e tornou-se o rosto do gigantesco buraco financeiro. Manteve-se em silêncio durante todo o julgamento, mas falou aos deputados da comissão de inquérito, para negar qualquer envolvimento no escândalo que fez ruir o BPN.

  • O fim do julgamento do caso BPN, seis anos depois
    2:26

    País

    O antigo presidente do BPN José Oliveira Costa tentou adiar o fim do julgamento principal do caso com um recurso para o Tribunal Constitucional. Apesar disso, a leitura do acórdão continua marcada para esta quarta-feira, quase seis anos e meio depois de os 15 arguidos se terem sentado pela primeira vez no banco dos réus.

  • Saída do Procedimento por Défice Excessivo marca debate no Parlamento
    1:40
  • Donald Trump já está no Vaticano 
    1:32