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Quem é Beatriz Correia?

Joga desde os 8 anos, mas aos 6 já o futebol despertava em si sentimentos que Beatriz Correia desconhecia. Hoje, veste a camisola do Belenenses. Espera um dia profissionalizar-se na profissão...espera um dia representar a Seleção.

NOME: Beatriz Lourenço Pinto Correia
NATURALIDADE: Lisboa
DATA DE NASCIMENTO: 6 de Abril de 1998
ALTURA: 1,68 m
PESO: 60 KG
CLUBE ATUAL: Belenenses
POSIÇÃO: Médio/ Defesa

Beatriz Correia - um autorretrato
"Tudo começou quando tinha 6 anos. Era uma irmã muito dedicada e ía a todos os treinos do meu irmão. Sempre adorei vê-lo jogar. Aliás foi por causa dele que me apaixonei pelo futebol. Cada vez que fazia um simples passe, um remate, um magnífico pontapé de baliza, todos os movimentos que eram provocados por aquele desporto despertavam algo em mim. Foi aí que decidi tentar jogar. Os meus pais ajudaram-me bastante no processo. Fizeram com que o director do clube A.D.O., mais conhecido por "Oeiras" me deixasse inscrever nas "escolinhas", sendo, por essa razão, a primeira rapariga a inscrever-me neste clube. Estive nas "escolinhas" até ter idade suficiente para entrar na competição, foi o que sucedeu. Jogo na competição desde os meus 8 anos. Ainda neste clube, destaco o mister Ricardo Damas, que se encontra neste momento a treinar uma equipa no Sporting. Estive 6 anos no "Oeiras" e no meu último ano em que ainda podia jogar com os rapazes, decidi ir para o "Linda-a-Velha", onde joguei, pela primeira vez futebol 11 e onde, mais uma vez, fui a primeira rapariga a ser inscrita. Tive uma óptima equipa técnica, o mister Filipe Morais que também jogava nos seniores do "Linda-a-Velha", o mister "Tiagão" e o mister "Banana". Foi o meu melhor ano no futebol porque me apercebi do futebol que se joga realmente (de 11). Estive lá 1 ano e tive que ir para o futebol feminino porque já não me era permitido permanecer no futebol misto. Mudei-me então para o 1º Dezembro, onde a equipa sénior era campeã nacional há muitos anos. Eu jogava nos juniores. Apesar de ser uma equipa muito boa em futebol feminino e ter jogadoras excelentes, senti uma enorme discrepância no salto que fiz. Ao sentir-me deste modo, fiz um acordo com o "Linda-a-Velha" para continuar a treinar lá e durante o meu primeiro ano a jogar futebol feminino, treinava tanto no 1º Dezembro, como no "Linda-a-Velha". Foi um excelente ano para mim porque me sentia em forma e, apesar de ter apenas 13 anos, jogava (a titular) numa equipa onde era a mais nova. Com 14 anos tive um pequeno azar e tive uma doença renal que me impediu de jogar durante 3 anos. Foi aqui que me apercebi de que uma simples coisa muda a vida, a rotina, mas não foi isso que me fez desistir, porque, como Gandhi disse "A vontade não provém da capacidade física, mas sim de uma vontade indomável". Nestes 3 anos, na realidade só 1 ano é que estive parada. No 2º e 3º ano fui para o Estoril onde só pude treinar devido a doença. E agora com 17 anos encontro-me no Belenenses, desta vez em competição, onde me sinto outra vez feliz por voltar a fazer uma coisa que adoro. O campo é um campo de liberdade, de felicidade, onde sou capaz de exprimir e expelir tudo aquilo que estou a sentir, onde não tenho de me preocupar com nada. É inexplicável a adrenalina que se sente quando se está em campo, quando se ouve o primeiro apito do arbitro, é naquele momento que me sinto eu. O futebol é quase como um cigarro e a adrenalina a sua nicotina, é algo de tal modo viciante que te mata por dentro quando não o tens."

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